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domingo, dezembro 30, 2012

Teatro vivo em ação !

O teatro evangélico deve apresentar pessoas ou personagens?


Já faz um bom tempo que a maioria dos evangélicos abandonaram a ideia de que ir ao teatro ou praticá-lo dentro dos templos é uma forma de pecado e isso pode ser considerado como um grande avanço pois lançar mão dessa ferramenta para o evangelismo já se tornou algo de grande importância tanto para os espectadores como para aqueles que transbordam inspiração com vontade de dizer alguma coisa através da arte de interpretar.Por essa razão temos tido motivos de sobra para aplaudir grandes grupos que ao longo do tempo conseguiram se firmar dentro desse universo mas infelizmente também para lamentar por aqueles que tentaram mas não conseguiram e assim se deixaram levar pela frustração e continuaram apenas como espectadores.Porém,se é das dificuldades que se constroem grandes oportunidades porque os que permanecem apenas como espectadores não param para reparar certos erros e dar um salto para outras melhores conquistas?



Peça "Ô, Lili" da Cia Marginal, Teatro dos Atores, Lapa, RJ.

O medo de se exercitar e uma doutrina que subsiste

Talvez o motivo maior para fomentar o fracasso seja realmente a doutrina que subsiste no meio daqueles que transbordam de inspiração mas se deixam levar pelo medo que na verdade gera a falta de compromisso e a fuga para não buscar um melhor aprendizado.Se existem aqueles que querem dizer algo através do teatro mas não se formam em grupos para apresentar e difundir ideias abandonando práticas e teorias a tendência
 será simplesmente apresentar uma máscara dentro de uma espécie de doutrina onde nada é importante para se contar uma história e isso acaba gerando certo colonialismo onde se apresentam pessoas e não personagens.

A construção de um personagem.

A construção de um personagem é algo de sumo importância para o ator evangélico pois nunca devemos esquecer que qualquer personagem bíblico por mais antigo que possa ser, foi e deve ser apresentado como humano dotado de sentimentos e reações como amor, ódio, ternura, revolta e etc.

Uma máscara que pode surgir da falta e da prática de exercícios.

 O colonialismo de que estamos falando é aquele que leva o aspirante pensar que fazer teatro é só lançar mão de um texto e produzir algumas falas e gestos, deixando seus personagens de lado e apresentando-se como pessoas ou sendo sempre ele mesmo.

 Pessoas e personagens

Pessoas não são personagens, mas personagens são vividos por pessoas que buscam agigantar ideias e construir memoráveis personagens por menor que ambos possam ser e são essas pessoas que um dia compreenderam que para quebrar a doutrina do medo e certo colonialismo devem também estar dispostas a um trabalho contínuo onde na mais perfeita sintonia
  • Trabalham sentimentos.
  • Buscam a boa expressão vocal.
  • Preocupam-se em buscar inspiração na memória emotiva.
  • Desmecanizam o corpo em busca de boa expressão corporal.

Referências:Teatro Evangélico
Este livro traz uma análise sobre o teatro e sua crescente utilização no contexto evangélico. Fornece orientações práticas surgidas da troca de experiências entre atores, autores e diretores teatrais para incentivar o desenvolvimento do teatro como um meio criativo de comunicação do Evangelho.

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