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quinta-feira, novembro 19, 2015

Histórico oficina de atores-teatro e tv

A Oficina de atores é a escola que mais produz espetáculos teatrais no RJ e SP. Este pode ser considerado apenas um capítulo no histórico da oficina de atores - teatro e TV em um breve período de tempo pois,a oficina de atores que hoje está no cenário das artes cênicas como a escola que mais se destaca no âmbito nacional formando  grandes talentos,tem também em sua trajetória a satisfação de seus ex alunos e educadores que já fizeram ou ainda fazem parte de suas produções.Vale a pena conferir um pouco de tudo isso nesse artigo:



Conforme noticiado na Revista Isso é Brasil deste mês, a Oficina de Atores.com.br é a escola de Artes Cênicas que mais tem montado anualmente espetáculos teatrais no Rio de Janeiro e São Paulo. São mais de 12 espetáculos teatrais por ano, sendo a maior parte no Rio e São Paulo, todas apresentadas em teatros e com produção a nível profissional ou semi -profissional (na foto ao lado, produções das Oficinas do Rio, São Paulo e Niterói).
Não tenho porque ser modesto e não assumir aqui o mérito de ter sido o mentor dessa ideia de incluir no programa dos cursos de teatro da escola a obrigatoriedade de apresentação de espetáculos teatrais com alunos no elenco. Em 2007, quando eu era o diretor geral da escola, ainda haviam apenas três cursos livres de interpretação na sede da escola, na época com turmas apenas em Copacabana: o Curso de Teatro com Tony Caroll, o Curso de Iniciação Teatral com Rafael Cruz e o Curso de Interpretação para TV e Cinema com Eduardo Fraga.

Nesta época, muitos alunos vinham de outros estados para o Rio de Janeiro para participar do curso intensivo de 1 mês. E comecei então a perceber que a proposta da Oficina podia ser mais abrangente do que apenas oferecer cursinhos rápidos sem comprometimentos mais profundos no sentido de dar ao aluno também a prática da arte de atuar, ou seja, trabalhar efetivamente como ator no elenco de produções. Afinal, qual o objetivo final de qualquer estudante? Trabalhar em sua área, é claro.


Assim, em Setembro de 2007, implantei na Oficina o curso intitulado "Oficina Completa", um curso de longa duração onde o aluno recebe preparação teórica e prática incluindo a participação no elenco de espetáculos teatrais (nas turmas de teatro) e curtas-metragens (nas turmas de TV e cinema).

A partir de 2008, começaram a ser produzidos os primeiros espetáculos da Oficina Completa: "Quadrilha", de Jomar Magalhães, e "Aquele que diz sim aquele que diz Não", de Bertolt Brecht, ambos com direção de Rafael Cruz. Porém, antes mesmo destes, o dramaturgo Tony Caroll já tinha escrito e dirigido o Primeiro Festival de Esquetes da Oficina de Atores em 2007, apresentado no Espaço Vitavision em Copacabana, onde os alunos da Oficina de Teatro tomaram parte no elenco. Em 2008 e 2009, a Oficina contou com a força da direção de Jorge Farjalla em espetáculos clássicos como Morte e Vida Severina (de João Cabral de Melo Netto), A Casa de Bernarda Alba (Garcia Lorca), Álbum de Família (de Nelson Rodrigues), todos com alunos da Oficina no elenco.

Mas foi a partir de 2009 a grande arrancada em direção ao enorme crescimento no nível e quantidade de produções da Oficina, quando os diretores Jair Aguiar e Antonio Netto iniciaram uma parceria para implantar a oficina em São Paulo, e o curso de Teatro passou a direcionar os alunos para o elenco das produções realizadas pela Cia das Artes, dirigida por Jair e Netto.

Em 2009 e nos anos seguintes, a Cia das Artes produziu dezenas de espetáculos com os jovens atores da Oficina no elenco. entre estes espetáculos podemos citar "O Pagador de Promessas" e "A Invasão" (de Dias Gomes), "O Mambembe" (de Artur Azevedo), "Castro Alves Pede Passagem (de Gianfrancesco Guarnieri) , e vários outros, sempre com destaque em meios de comunicação como a Revista Veja, a Globo.com, entre outras.

A partir de 2010, com a implantação da Oficina de Atores - Núcleo Niterói, os diretores Luiz Ancillotti e Caio Togni tem produzido e dirigido vários musicais escritos por eles e com seus alunos no elenco: Verão Interminável, O Império do Sol Nascente, Rebeldia, Conectados, e vários outros, apresentados no SESC Niterói e no Teatro Princesa Isabel (RJ). Todos espetáculos com excelente nível de qualidade quanto a preparação do elenco, cenários, figurinos, coreografias e preparação vocal.

 

 No Rio de Janeiro, os professores dos vários núcleos espalhados pela cidade continuam incansáveis preparando, ensaiando e dirigindo seus alunos nos espetáculos, muitas vezes produzidos por eles mesmos. Daniel Freitas dirigiu seus alunos do Curso de Teatro, Preparação Vocal e Expressão Corporal em vários espetáculos de sua autoria como "Nossos Desencontros", "Muito Rivotril e um dedinho de Lexotan", e outros. Monique Lafond dirigiu o clássico do teatro grego "Lisístrata" de Aristófanes (em 2009, com André Luiz França na co-direção), além de vários Festivais de Esquete, incluindo Festivais específicos com alunos da Terceira Idade (Monique ministra Oficinas de Teatro para idosos a mais de 12 anos). Mesmo a Oficina Infantil levou ao palco em 2011 as crianças do Curso de Teatro dirigido por Rodrigo Rosado e Thiago Cantarelli, no espetáculo "O Grande Pecado de Lampião e sua Terrível Peleja para entrar no Céu", texto de Joel Rufino dos Santos baseado na literatura de cordel.
Oficinas abertas mais recentemente em outras regiões já estão começando a render frutos no palco: Na Oficina de Teatro no Méier (RJ) dirigida pelo Prof. Silvio Froes, os alunos entraram no elenco da revista musical "Tchaka Tchaka na Butchaka", que reviveu os antigos musicais do teatro carioca dos anos 50/60, em um espetáculo apresentado no Teatro Henriqueta Brieba (RJ) em 2013. Alexandre Gomes, diretor da Ong F.A.M.A. de Nova Iguaçú, dirigiu em 2013 "O Noviço" e "Quem Casa Quer Casa" (de Martins Penna) com os alunos de Nova Iguaçú no elenco. Jomar Magalhães na Oficina de Atores Núcleo Tijuca, estreou neste mes o espetáculo "Ultima Chance". Na Oficina de Brasilia, Alvaro Neto produziu no ano passado o espetáculo "O Coração de Palha", com os seus alunos no elenco, e agora está novamente em cartaz este mês no Teatro Dulcina, de Brasília. Também no ano passado, Lilih Curi, na Oficina de Salvador, dirigiu "Qualquer Semelhança não é Mera Coincidência" e Fabiana Bergamini em Belo Horizonte, produziu com os alunos o espetáculo "Amor...Um Trago a Mais"

Niveo Diegues dirigiu o espetáculo "Enquanto Isso" em 2013 na Oficina de Sorocaba, e este mês reestréia o mesmo espetáculo em São Paulo - capital, dessa vez com o elenco formado por seus alunos da Oficina de São Paulo - Núcleo Pinheiros. Em Campinas, Ronaldo Florentino montou "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente, o primeiro grande dramaturgo da língua portuguesa, tendo esse texto quase quinhentos anos de idade, estreado em 1517.

Novas produções estão estreando neste e nos próximos meses, oferecendo aos alunos da Oficina a oportunidade de vivenciarem no palco o prazer único e inesquecível de atuar sob as luzes de uma ribalta, e experimentarem a catarse de pisarem nas tábuas sagradas de um palco.

Que venham as novas produções! Os atores agradecem e a plateia aplaude!
Por Roberto Carelli

Fonte:

http://www.oficinadeatores.com.br/13.html

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