Arte, Cultura e Comunicação

sábado, novembro 17, 2012

Nem todo improviso contribui para a realização de um bom trabalho.

Para o ator, a ideia de completar-se em cena é muito rica e proveitosa, pois isso o estimula a criar cada vez mais e também a destacar-se em um trabalho qualquer como um grande ou até mesmo “o melhor ator”.Porém, ao ator é preciso humildade para desempenhar o seu papel por mais expressivo que possa ser; mas para isso é necessário que ele estabeleça certos limites para si próprio. Isso mostrará ao espectador um ator disciplinado.
Liberdade de expressão.
A nossa imaginação será sempre fértil para o subjetivo, porém esse subjetivo em cena não deve ser exagerado ao ponto de aniquilar o objetivo; e o objetivo do ator deve respeitar a cumplicidade com o outro ator com o qual ele está em cena porque, se ele se descontrola leva o outro a certa ansiedade tornando a sua espera em tédio terrível e isso é percebido pelo espectador também. Portanto nem todo improviso contribui para o a realização de um bom trabalho por que: Sempre partiremos de uma ideia central que deverá ter seu começo, meio e fim e isso deve ser sempre levado em consideração.Resumo: Quando o ator tem a oportunidade de um improviso deve compreender que a sua liberdade de subjetivar deve ter seu limite.Subjetivar é a oportunidade que o ator tem em cena de criar alguma coisa em cima de uma ideia central, tendo o cuidado para não sair dela pois,O seu objetivo é contracenar com alguém e expor alguma coisa para o espectador.
Tony Caroll.

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