Arte, Cultura e Comunicação

quarta-feira, outubro 10, 2012

O PSEUDONIMO DA VIDA: "AMOR" NÃO É SÓ UMA PALAVRA!

 AMOR NÃO É SÓ UMA PALAVRA

 

O que sabemos do amor? Será que já aprendemos a conjugar sentimentos, ou imaginamos que seja apenas um adorno a ilustrar algumas páginas de nossa vida? Seria o amor uma ilusão, uma utopia dos poetas que passam os dias tentando explicá-lo, ou uma verdade da qual fugimos para não assumirmos as nossas responsabilidades?

Muitos justificam o sofrimento com a ausência de Deus. Mas será que interpretamos com maestria o nosso papel ou falhamos em compreender o amor como uma semente, capaz de gerar outras sementes que subsistirão mesmo quando já não estivermos aqui? O amor exprime gratidão; e a gratidão é a seiva que brota de dentro a cada instante, no impulso da alegria que nos leva a crer e buscar a felicidade. E a felicidade é esse breve instante de prazer que nos faz sorrir, abraçar e beijar.

Ela nos dá livre acesso para correr por aí de braços abertos, à procura de alguém para dividir o sonho. E o sonho que abrigamos é a coragem que se agiganta no fundo da alma, com o sutil desejo de enfeitar o mundo com o que temos de melhor. É o que nutrimos a cada encontro e a cada gesto que nos faz renascer cheios de graça, resumindo-nos sempre em algo sobrenatural. Esse sobrenatural é a vida — que nada mais é do que o pseudônimo de uma bonita história que tem começo, meio e nunca terá fim. Se nascemos, crescemos e aprendemos a amar, somos compostos por essências tão esplendorosas quanto a gratidão, a felicidade, o prazer e a coragem.

É com elas que preenchemos tantas páginas ao longo de uma existência, ganhando o direito de esboçar sentimentos e nunca perecer. Se a morte é uma palavra que denota fim, não teremos parte com ela, pois não há término para os sentimentos que usamos para escrever nossa história. Deixamos detalhes nossos impregnados no coração daqueles que amamos e que representaram papéis tão significantes em nossa trajetória. E se fica nos outros algo que nos é tão peculiar, viveremos para sempre naquilo que semeamos, em nome do amor.

“Quem crê estar fecundo de amor nunca morre; pois sabe que carrega dentro de si a essência que o faz sempre triunfar sobre a dor.”

 


 

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