Arte, Cultura e Comunicação

segunda-feira, outubro 22, 2012

Resumo

O amor em detalhes que de forma tão sublime vem definir o que é a missão de ser mãe.Aquela que sabe ilustrar a história da gente com tons de sentimentos,que conforta o coração apenas com um gesto qualquer,que sabe ensinar de forma simplória tantas lições de vida,as quais jamais esquecemos...



 Resumo


Para dar força e vida a semente franzina
E nutrir o que sai do esplendor do teu seio
Deu-te Deus a missão mais sublime e divina
Partindo em tua mão, o mundo pelo meio.
Deu-te dele a metade desse amor que ilumina
Teu ser pelo teu filho, todo pranto e enleio
E talvez perfeição nessa vida mofina
Enchendo de beleza esse mundo atro e feio.
Pois na tua meiguice, um amor de tal prumo.
Um poder tão estranho, um estranho condão.
Que em teu nome se vê todo céu em um resumo
Pois na terra, não é mais que a luz do Senhor.
A espargir em nossa alma um perpétuo clarão
De bondade, de sonho, de esperança e de amor.

Hoje eu quisera tanto...

As vezes é a imensa saudade que inunda o coração,que nos faz reconhecer o valor daquelas pessoas que amamos.Pessoas que podiam permanecer ao nosso lado por muito mais tempo,mas que se vão de forma tão prematura quando muitas da vezes não nos esforçamos nem um pouquinho para evitar uma separação.E é essa saudade que nos faz toldar os olhos e a voz falhar quando já não adiantam mais os apelos do coração.


 Hoje eu quisera tanto


Mamãe!Mamãe!
Hoje eu quisera tanto ter-te ao meu lado para te abraçar
A saudade que sinto faz o pranto toldar os meus olhos
E a minha voz falhar
Tu que me ensinaste desde pequenina
A trilhar o caminho do dever
Em mim a fé, virtude peregrina
Cuidaste com fervor desenvolver...                            
Doce velhinha
O teu nome respeito
Recebo os teus conselhos com proveito
Na vida quero herdar os dotes teus;
Pois...Feliz nessa jornada me fizestes                                    
Mas o dom mais precioso que me destes
Foi o santo prazer de amar a Deus.

Anelo do coração.

É tão bom imaginar-se perfeito mas é a sinceridade do coração que nos leva a querer nos aperfeiçoarmos a cada novo dia.Pois ficar apenas impregnado pelas imaginações nunca valerá a pena.O importante é esforçar-se para ser cada vez melhor e deixar o mundo impregnado de essência e nunca de palavras vãs que pareçam apenas utopias e nada mais.




Anelo do coração

Quero sentir a tua presença
Para refletir sobre a minha vida
Me libertar dessa lágrima contida
E reagir a essa minha indiferença.
Não, eu não posso ser somente
Aquele crente um dia imaginado
Quero deixar de ser esse sepulcro caiado
E ser um homem com a alma transparente.
Quero sentir a tua presença
Para ter contigo um real envolvimento
Não quero mais essa vida de aparências
Linda por fora,mas cheia de sofrimento.
Não eu não posso ser somente
Aquele crente sem ter alma,sal e luz
Quero contigo uma vida transparente
E refletir neste mundo a ti Jesus!


Tony Caroll.

Novo alvorecer...

O amor é a essência que brota em dois corações que se unem transformando corpos e almas em um novo alvorecer onde a vida brota como uma flor,isso tudo quando a própria essência do amor se faz presente entre dois corações que se amam e se unem verdadeiramente,assumindo um ao outro para juntos trilharem um novo caminho.


  Novo alvorecer

Flor que nasce no jardim desta vida
Flor que cresce neste lindo amanhecer
E que abraça outra, no frescor da brisa
E resume em amor, eu e você;
Onde juntos somos resumo de um tom
Neste  imenso canteiro a florescer
Dois corações com o mesmo dom
Corpos e almas no alvorecer...
E a alvorada que brota nesta  nova lida
É Jesus Cristo entre eu e você
Para exalar no jardim da vida
O amor de Deus que o mundo vê.


Tony Caroll.

sexta-feira, outubro 19, 2012

Flores são presentes para homens?


 Mas também não desprezo os homens que carregam dentro de si, um sublime beija-flor e jamais se envergonham disso. Porque os outros que ficam a mercê do machismo, são apenas “homens” mergulhados na penumbra, sob os corpos nus e desfigurados de suas mulheres tão desconhecidas; homens mestres dos prazeres que se acabam após um estremecimento de corpos, gritos de prazer e, abandonam as suas vítimas como algo reciclável nos escombros, enlameadas apenas com gotas espumosas que esmaecem entre os minutos deixando apenas um cheiro de frustração.



 Verônica e a flor do seu sexo

Se um homem tem lá os seus muitos segredos que chegam a ameaçar sua integridade... Imagine um beija-flor... Ele também tem os seus, e os guarda consigo, apenas por não ter alguém com quem compartilharem as suas tantas histórias, simplórias, mas tão glamourosas vividas no meio das flores, que perfumam e enternecem o universo de nós, seres humanos. Aliás, é preciso ter a alma impregnada de ternura para compreender um beija-flor; porque enquanto alguns homens se exasperam a procura de algo que possa calar os anseios de seus corpos, o terno beija-flor embriaga-se de perfume e beleza e busca alguma coisa além da cópula, do prazer e do egoísmo, ao adentrar no meio das flores para viver os seus muitos eflúvios. Acho desperdício alguns homens protagonizarem tantas histórias e não poderem se orgulhar de nenhuma delas, pois entre um homem e um beija-flor; prefiro um beija-flor, que passeia sem esboçar nenhum tipo de preconceito, tanto nos jardins das mansões monumentais, como nos brejos e lagares dos humildes quintais onde existe cheiro de amor, ignorando deficiências. Mas também não desprezo os homens que carregam dentro de si, um sublime beija-flor e jamais se envergonham disso. Porque os outros que ficam a mercê do machismo, são apenas “homens” mergulhados na penumbra, sob os corpos nus e desfigurados de suas mulheres tão desconhecidas; homens mestres dos prazeres que se acabam após um estremecimento de corpos, gritos de prazer e, abandonam as suas vítimas como algo reciclável nos escombros, enlameadas apenas com gotas espumosas que esmaecem entre os minutos deixando apenas um cheiro de frustração. É preciso acender a luz!Para iluminar a alma e despertar os homens que ainda estão no escuro dando-lhes a oportunidade de fazerem emergir de dentro de si, o sublime beija-flor que se irradia diante dos olhos daquelas que buscam algo além da cópula; por que: “Só a alma pura conhece a fisionomia do amor!”.

O segredo daquele estupendo beija-flor, tão intenso em meu quintal, era simplesmente “Verônica” uma flor tão esquisita, aspecto diferente, formato saliente, aroma desconhecido, corpo franzino a esboçar fragilidade atolada no lagar; e tudo a diferenciava das demais, e parecia torná-la tão insignificante, apesar do jeito cândido que enfeitava o seu rosto como se fosse um véu a esconder tamanha beleza que a fazia sutilmente viçosa por trás do anonimato que a impedia de publicar-se. Mas vi aquele intenso beija-flor, naquela noite aproximar-se dela para viver mais um de seus muitos devaneios, talvez o último. Pois, aos poucos foi se despindo até tornar-se completamente nu e tão insignificante quanto ela. Afinal, para se conquistar o que é belo em extravagância, é preciso se aproximar, despir-se e tornar-se igual àquilo que nos parece insignificante porque, muitas das vezes, é a vaidade da beleza que ofusca o enleio da conquista. Quem sabe se um homem vier a despir-se totalmente de tudo aquilo que o torna tão vaidoso e insensível, não encontrará dentro de si mesmo a pureza, a meiguice, a ternura, o ser ingênuo e a sublimidade de um sutil beija-flor?Como aquele que recebera permissão para chegar-se à tenra Verônica; e: “Tocá-la com sutileza e calma beijá-la na face enchê-la de graça e beleza e sem disfarce alcançar-lhe o corpo e também a alma”. E descobrir que Verônica, apesar de tudo, não era simplesmente uma única flor; mas... Duas, porque apesar das coisas que a desfigurava, ainda havia a corola que lembrava uma borboleta, aumentando-lhe o aspecto, e ali estava o seu maior enigma: Verônica era uma flor, dentro de outra flor. Cópia de uma mulher, que abriga outra mulher dentro de si: “a alma”. Assim, Verônica era constituída de dupla e rara beleza que a transformava em um nobre mistério e a designava como duas gêmeas. Uma era o corpo, a outra a alma Uma era a rosa, a outra mulher e ambas, um só mistério a ser desvendado. E a aproximação daquele sutil beija flor, explicou-me os meus tantos porquês, sobretudo ter escolhido o meu humilde quintal para viver suas experiências. Lá no lagar estava Verônica, a flor que nunca se entristecia, não despencava e, mesmo com o impetuoso bailar dois ventos que arrasava e arrastava os imensos jardins, ela não pendia, nem para um lado ou para o outro, e muito menos deixava uma pétala sequer abraçar o vento e ir embora com ele, pois dançava harmoniosa, tornando tudo a sua volta, em uma doce brisa que chegava a me embriagar... Verônica nunca chorava acho eu, pois jamais experimentara o fel que machuca as mulheres, ou os desatinos que encerram a vida das outras rosas. Era feita de beleza, cercada de enigmas, cultivada pela presença daquele beija-flor que a amava intensamente e a eternizava para sempre. “Eu era um homem que de amor nada sabia e ele, um lindo beija-flor que conhecia Verônica e a vivificava todos os dias; porque, só ele possuía a seiva que alimenta as flores e entorpece as mulheres: O amor”. Existem homens que se envaidecem pela bigamia, mas se autoflagelam porque tendo duas ou mais mulheres, não conhecem a nenhuma delas. Por que: É preciso ter sutileza, coragem, sede de amor, para conhecer o núcleo de uma mulher, quanto mais de uma rosa. E qual é o homem que estará disposto a imitar um beija flor em tudo aquilo que se refere aos sentimentos puros de uma mulher?E então experimentar o gosto do verdadeiro amor dentro de si mesmo, algo que pudesse torná-lo imensuravelmente completo. Não preciso dizer que pelas leis de alguns povos aquele beija-flor deveria ser considerado bígamo, pois cobiçava as duas rosas, mas, a única coisa que poderia eximi-lo de culpa era o amor que irradiava com tamanha sinceridade por suas duas Verônicas, e isso era um de seus grandes segredos que não o fazia vitima de quaisquer punições porque, apesar de tudo, era sábio fiel as suas duas, que na verdade era uma só para ele. Nomeei aquele beija- flor de Leonardo, pois esse foi o nome que ouvi numa tarde de outono quando a chuva fina começou a cair tão feliz e ousadamente banhou o corpo nu do sublime beija- flor que sem nenhum pudor, pousou sobre a corola de Verônica encolheu-se e, adentrou o seu corpo eternizando um instante; onde ouvi tão somente gemidos que exalavam a felicidade de uma flor que em forma de mulher, naquela noite estava ali, ao meu lado com as mãos manchadas de sangue que escrevia nos lençóis brancos a primeira página de uma linda história de amor entre uma mulher e um homem que com tamanha galhardia espelhando-se na sublime história daquele beija-flor, ignorou o fato de que sua alma gêmea fosse hermafrodita.


Tony Caroll.

Na calçada da fama

Os homens fazem tanta questão de perpetuar o seus nomes,tornarem-se vultos na história,ser transformados em algum monumento,receber aplausos e homenagens…tudo isso porque julgam suas ações como as melhores do mundo.Assim a humanidade vai criando e recriando seus ídolos quando aquele que realmente devia estar entronizado no coração de alguns faz parte apenas do esquecimento.


Na calçada da fama

 Calçada da fama

Quem nunca leu a tua história
Quem nunca viu a tua gloria
Quem nunca te perpetuou na memória
E mesmo assim não te eternizou na calçada da fama?
Quem foi aquele que jogou o teu nome na lama
Para negar que és Jesus o filho de Deus?
Foi eu  mesmo que te neguei morada em meu coração
Que mesmo te conhecendo, nunca aprendeu
Que inventou uma outra forma de canção
Como vil desculpa apenas para dizer:
"Pô meu amigo,não deu”...
Onde está a tua culpa para ter sido pregado numa cruz?
Acho que aos meus olhos faltou a luz
Para eu enxergar e compreender
O quanto tu me amaste...
Ignorando também a minha história
Esquecendo da minha glória
Que era apenas o meu nome impregnado na calçada da fama
Onde os homens pisavam
Água e poeira se misturavam
Tornando a memória de um homem
Apenas fragmentos na calçada cheia de lama...


Tony Caroll.

quarta-feira, outubro 17, 2012

Amigo fiel

A fidelidade de um amigo que tem sentimentos de amor,admiração e carinho por você.Um amigo que não sabe dizer o que sente mas demonstra isso o tempo todo em forma de gratidão.Poema escrito a tanto tempo para expressar a dor de uma separação.

Amigo fiel



Amigo fiel

Chego cansado e suado
E bem não alcanço o portão
Vens logo me encontrar
Com alegria no coração
Os meus pés a beijar...
Sim, não alcanças o meu rosto
Que de ti é distante
É com amor e com gosto
Essa alegria incessante.
Convida-me a entrar
Com teu falar de ternura
Fico então a imaginar
Nunca vi tanta doçura...
Tens em teus lábios o sorriso
O gesto de um amigo fiel
É disso que eu preciso
Pra vislumbrar o meu céu.
Quero então lhe contar
Meu carinho e gratidão
E bem não começo a falar
Corres de novo ao portão.
Engulo as minhas palavras
Dizendo comigo baixinho:
Vai meu querido cão!

Tony Caroll.

O olhar do poeta

Ser poeta é ter um olhar diferente,é assumir o papel de amigo e estar sempre lapidando corações.Ser poeta não é simplesmente escrever versos e poesias de amor,mas saber transformar as palavras também em gestos bonitos que possam desanuviar as densas nuvens da vida de um sofredor.Ser poeta é doar-se a alguém sem pleitear um troféu.É cuidar do mundo plantando nele a melhor semente e isso tudo um dia o meu amigo me ensinou…



 O olhar do poeta


Ele era um poeta
tão cheio de amor
os seus olhos serenos
calavam a dor...
A dor do coração
a ferida da alma
pois o olhar do poeta
de tão meigo que era
trazia primavera
a qualquer pecador.
Ele era um poeta
que amava o pecador
que cultivava o amor
com imenso carinho
arrancando o espinho
que feria o coração
e a mais cruenta dor
transformava em flor
a exalar gratidão.
Ah!Como sinto saudade
daquela nobre amizade
daquele jeito de amar
daqueles olhos serenos
daquele tão meigo olhar
daqueles toques amenos
que fazia o amor brotar...
Saudade daquele poeta
que pessoalmente não conheci
mas que após dois mil anos
de ouvi falar escolhi.
E como eu queria que o agora
fosse como o outrora
para poder me inspirar
naqueles olhos serenos
naqueles toques amenos
que fazia a flor exalar
pois...
A vida seria só quimeras
repleta de primaveras
tão cheia de gratidão
porque o mais tenro botão
se abriria em linda flor
a exalar o amor
a aspergir densa luz
a perfumar o poeta
cujo nome era Jesus!


Tony Caroll.

terça-feira, outubro 16, 2012

Quadrilha

Vidas que se cruzam nos diversos caminhos de tanta gente.Tanta gente que se encanta e se apaixona.Tantas paixões nunca vividas que ficam apenas nos sonhos de amor.Amores entrelaçados de pessoas que se distanciam e  se perdem no anonimato.E quantos amores prometidos,que só ficaram escondidos no fundo dos corações.Isso é a vida de muitos que quiseram escrever sua história de amor mas se perderam em algum parágrafo ou quem sabe ficaram em alguma estação do tempo a espera de um reencontro.



 Quadrilha

João amava Tereza que,
Amava Raimundo que,
Amava Maria que,
Amava Joaquim que,
Amava Lili que,
Não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos;
Tereza para um convento;
Raimundo morreu de desastre;
Maria ficou para titia;
Joaquim suicidou-se e,
Lili casou-se com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história.

Carlos Drummond Andrade.

Prazer de viver

E assim Glorinha Gaivota descreve a vida,onde o prazer de viver é definido de forma sublime onde as formas do existir cheio de encantos,enaltece os dias.Onde se colhe  o néctar necessário para abater as tristezas e os desatinos.Um prazer de viver  tão bem retratado nestes versos que compõem um universo de felicidade.


 Prazer de viver

Que prazer infindo é esse
Que me enlaça o existir
E me faz encantada pela vida
Que prazer infindo é esse
Que me enaltece de beleza os dias
No néctar mais doce do existir
Que prazer infindo é esse
Que me acalanta o destino
E sempre me acompanha no caminho
Que prazer infindo é esse
Que combate a tristeza, o frio, o desatino
Que me sacia a sede e a fome
Que prazer infindo é esse
Que me faz apaixonada, encantada.
Que me leva; leve, livre e feliz
Com a alma assim tão cristalina
Esse prazer que eu brinco de não saber
É maravilhoso, repleto do Dom maior do mundo
É o prazer de simples viver
Dele colho néctares para assim feliz ser...


Glorinha Gaivota.

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