Arte, Cultura e Comunicação

segunda-feira, novembro 28, 2022

Reflexões Atuais

 O que você pensa sobre isso?


Pensamos porque cultivamos muitas coisas dentro de nós.Porque somos pensadores e precisamos retribuir ao universo com as respostas que ele precisa para continuar sua evolução. Somos humanos e vivemos em constantes metamorfoses, somos falíveis e por isso sempre precisamos retornar para consertar alguma coisa que lá atrás não ficou bom. 

Isso tudo porque a cada um de nós foi dado o dom e a virtude para reparar nossos erros e, se para fazer isso precisamos refletir sobre alguma coisa e se fazemos questão de lapidar algo que ainda não ficou tão bonito, é porque somos capazes de ignorar as nossas fragilidades e começar tudo de novo.

Neste livro estou falando de amor, saudade, sonhos e utopias e também de Jesus Cristo para que você quem sabe, possa se reencontrar em algum dos meus pensamentos e voltar a algum momento para colorir a vida com outras cores.

Afinal viver é isso: “Usar a imaginação e nunca deixar desbotar aquilo que um dia idealizamos.”
Aos pensadores

Que gostam de refletir sobre o amor a vida e a saudade construindo um leque de opiniões e que desafiam o medo para dizerem alguma coisa quando se permitem pular para outro lado do muro onde os pensamentos voam como as gaivotas livres,o pulo do pensador é um convite.


Nesta coletânea é oferecido a você caro leitor uma coleção de pensamentos livres sobre o amor,a saudade,lições e utopias sobre temas do nosso cotidiano e algumas definição do que seja Jesus Cristo para cada um de nós.



O pulo do pensador está ao alcance de todos aqueles que gostam de compartilhar ideias e pensamentos nas redes sociais sem nenhuma imposição do autor.



Poesias para Encenação

 Um coração a tecer grandes cenários


Da fértil imaginação ao sorriso que se acentua diante de imagens surreais esta antologia poética se destaca no universo dos contadores de belas histórias. Pois a vontade de dizer tantas coisas através da poesia imaginada ou vivida revela neste livro os traços de um idealista que acredita na beleza do amor cujas fotografias surgem de momentos inebriados que vão do começo ao fim.

Nesta antologia de formas variadas a poesia se apresenta como senhora de dom venerado pronta para traduzir sentimentos, tecer homenagens e também ser discutida por grandes atores que gostam de enriquecer suas atuações com palavras que causem impacto em seus espectadores.


Um cenário de muitas histórias

Quem nunca esteve em algum cais em determinados momentos de sua vida não vai me entender, porém quem gosta de cultivar suas lembranças vividas em algum lugar do coração certamente há de se identificar com este livro cujo emaranhado de coisas remetem a instantes tão sublimes de graça e beleza, lapidados com instintos humanos. 

A magia deste cenário criado em diversas páginas mescladas com imagens, pensamentos e poesias revelam simplesmente um coração que ancorado em diversos cais e portos se tornou prisioneiro da mais fidedigna inspiração de belíssimos momentos que o autor com muito zelo transportou para o papel.

Um cenário de vidas bem interpretadas

Aqui leitura e eloquência se acasalam em um espaço especial para dar ao leitor a oportunidade de declamar histórias em tom de encenação como se estivesse em um grande palco iluminado e diante de uma enorme plateia a aplaudir cenas que se assemelham ou retratam as suas vidas.

E dentro desse ambiente lúdico que mistura sentimentos, histórias e cenas há também um pequeno universo em homenagem a algumas mulheres que mesmo sem a presunção de posar para um artista serviram de singela inspiração ao autor que com muita simplicidade descreveu suas vidas em verso e prosa.

E preciso mergulhar nesse universo de fantasias onde o personagem principal de cada verso ou cada história poderá ser você.



Com 137 páginas "Segredos inspirados no cais está disponível em nossa vitrine nas versões digital e impressa.

Como conquistar o homem dos seus sonhos

 



Conquistar o homem dos seus sonhos é o desejo de toda mulher que se apaixona por aquele cara que ela acha deverá ser o seu grande amor para o resto da vida. Mas conquistar os homens dos seus sonhos tem lá os seus muitos segredos e isso só as mulheres bem determinadas sabem.

Sabem e não contam para ninguém pois o medo de perder o homem dos seus sonhos para aquela amiga super invejosa é um risco que elas não querem correr. Afinal se para conquistar o homem dos seus sonhos vale qualquer sacrifício porque entregar assim de bandeja o segredo?

Guardar o segredo de um relacionamento tão duradouro e uma vida feliz foi a maneira que Dulcelina encontrou para se fazer tão amada e construir uma das mais lindas histórias de amor. Hoje em dia ela se orgulha disso e se emociona todas as vezes em que alguém lhe pede a receita de tanta felicidade.

Uma boa reflexão sobre a mulher moderna

De uma história fictícia para a realidade, este livro apresenta boas sugestões para que o leitor possa refletir sobre o papel da mulher nos dias atuais. Pois a crítica que se faz em tom de brincadeira traz reflexões a aqueles que enxergam uma mulher apenas como o seu objeto de prazer negando-lhes o direito de brilharem muito mais dentro de uma sociedade tradicional. Por outro lado, também evidencia a mulher forte e determinada que por nada abre mão dos seus sonhos.

Nesse folhetim cheio de fantasias talvez não existam mocinhas e nem vilões pois as próprias situações criadas pela protagonista desta divertida trama se acentuam como antagonistas apenas para serem vencidas pelos ideais de alguém que quer vencer e ocupar o seu lugar.

Um folhetim temperado com muito humor

Este livro além dos diálogos temperados com boa dose de humor traz também uma narrativa impecável e introduções muito criativas que dão ao leitor a oportunidade de estar em cada página como personagem de muitas cenas.

Dulcelina em diversos tons é uma bonita comédia romântica bem-humorada onde seus personagens surgem a cada novo capítulo dispostos a lhe fazer dar muitas gargalhadas e ao mesmo tempo uma mistura de muitas mulheres dentro de um conjunto de infinitas qualidades.

A protagonista dessa linda história de amor é uma mulher que surge nesse momento em meio a tantas discussões sobre o universo feminino com a intenção de despertar outras tantas mulheres e encorajá-las a abraçarem os seus sonhos e escrever uma nova história.

Quando sonhos e sentimentos se desafiam

 Esta obra é uma mistura de sentimentos onde os sonhos de uma simples mulher lhe dão asas para voar em busca da realização profissional sem abrir mão do seu verdadeiro amor e um grande desafio para os homens que não acreditam ou nunca perderam um minuto em sua vida para avaliar o potencial de suas mulheres.

Esta é uma história que deve ser mencionada como exemplo e incentivo nos mais diversos círculos onde se busca a valorização da mulher que em nome de um sentimento esquecem-se de si mesmas e continuam vivendo apenas por viver.









Flor de novembro

Afinal a quem pertencem as rosas? As borboletas ou aos beija-flores? E de quem são as crianças? Daqueles que as abandonam, dos pais que adotam ou dos submundos que as autoflagelam?
E quem haverá de querer uma flor de novembro? Tão esquisita, franzina, ainda molhada de placenta, com saudade do útero e entregue ao abandono...


Flor de Novembro

 Já presenciei muitas coisas que me causara espanto, mas primavera agonizando foi à primeira vez. Era novembro, fim de estação, últimos segundos, e sob o olhar da lua nova, ela de cócoras deu à luz a tantas vidas às margens de um córrego tão propício a um imenso jardim...

 Depois chorou copiosamente como se desejasse molhar os frutos com as próprias lágrimas da despedida, após o aborto voluntário, para libertar-se um pouco do remorso que sentia. Deixou a última semente tão franzina em meio às outras que nem teve tempo de beijá-la antes de ir...

 Comparo a primavera a qualquer ser humano que quer dar mais do que pode; pois quantas primaveras já deixaram por aí, algum cravo, uma rosa ou quem sabe trigêmeos girassóis abandonados no berçário de um hospital, numa lata de lixo, na porta de algum ricaço ou até mesmo em mãos alheias em troca de dinheiro; esta deixou as margens de um córrego.

 Percebi que estava meio alucinada, com sentimento de culpa, talvez por achar que não houvesse enfeitado suficientemente a vida, saíra por estradas e ruelas sem nenhum tipo de pudor, porque antes de ir embora quisera simplesmente florir.

 Sempre tive a mania de comparar mulheres com flores, transformar uma na outra, afinal ambas tem destinos tão iguais e as diferenças entre elas tão somente é que: Mulheres parem crianças enquanto as rosas abortam outras rosas e depois vão embora não sei pra onde.

 E quem haverá de querer uma flor de novembro? Tão esquisita, franzina, ainda molhada de placenta, com saudade do útero e entregue ao abandono...

 Vi uma borboleta aproximar-se, beijá-la e despedir-se meio saudosa; depois um beija-flor que lhe sugou um pingo de néctar, talvez resquício de placenta e foi-se embora batendo asas no compasso do coração tão enamorado; por último a sombra que as demais flores faziam a escondeu e, ela agonizou, debateu-se entre os espinhos que despontavam das outras, revolveu o coração do jardim florescido e, reclamou...

 Fenômeno que ninguém ousou descrever, mas eu descrevi porque tenho alma de borboleta e desconfio dos beija-flores que gostam de nutrir-se de beleza e impregnarem-se de raro perfume.

Engraçado... As borboletas e os beija-flores sempre voltam ao primeiro amor com segundas intenções e, uma tal de Georgina curiosa que bem não havia realizado a sua metamorfose, saíra do casulo naquela manhã e com as asas tão enfraquecidas foi buscar a flor de novembro ainda tão pequenina lá ás margens do córrego onde estava germinando e, cansada do voo prematuro voltou ofegante ao casulo de porta muito estreita e, por horas tentou adentrá-lo com a florzinha minúscula, porém exausta deixou-a do lado de fora e foi descansar a frustração.

Enquanto isso um tal de Wallace beija-flor tão desorientado sobrevoava ás margens do córrego procurando flor de novembro que deixara apenas a terra revolvida ao ser arrancada por Georgina Curiosa. Aquela manhã ...




O caçador de borboletas e sonhos

 


O caçador de borboletas e sonhos

Hoje descobri que o meu espelho usual está com algum defeito e lamento mostrar a ele um pouco de minha ingratidão. Pois, ele que ao longo do tempo me fez o favor de tão calado, refletir cada imagem que fora se transformando em diversas páginas de minha vida; parece que guardou para si a minha infância e, escondeu em meio a sua luz, aquele menino tão sonhador, que fazia dos matagais, o seu cenário; e nele, interpretava o seu melhor papel; que era o de caçar borboletas, sem nenhuma armadilha que não fossem as mãos e, sem nenhuma intenção em feri-las; embora muitas das vezes, esmagando algumas delas e, experimentado o gosto amargo do remorso que lhe fazia sentir o rosto queimar pelas lágrimas que lhe escorria dos olhos; ali mesmo dentro do mato, escondido.

Caçava-as por amor e admiração; sem mesmo se importar com o prenúncio de suas histórias. Caçava-as inebriado pela beleza tão rara e singela, sem se importar com o percurso ou o desfecho de suas histórias. Caçava-as porque as queria para si, sem imaginar o quanto estava sendo egoísta. Caçava-as e mesmo sem querer escrevia um triste “fim” em seus ciclos de vida; e mesmo assim, caçava-as.

E quando findava o dia, e a imensa escuridão da noite não lhe permitia mais enxergá-las dentro do mato, ele ainda as via dentro daquela televisão que era obra dele mesmo; um aprendiz de carpinteiro, que aspirava ser eletricista, e queria enfeitar a vida com beleza e poesia.

E a sua televisão era apenas uma invenção artesanal; uma caixinha tão pequena feita com sarrafos de madeira, cola, pedaço de plástico colorido e, que na sua sapiência de menino sonhador, ganhava iluminação através de um furinho em uma de suas laterais, o qual abrigava uma lâmpada tão minúscula que carregada por uma pilha de rádio, a fazia ter o aspecto de algo que, na época estava tão aquém das possibilidades de alguém que era apenas mais um, a sonhar com alguma coisa em meio a tantas adversidades; uma delas, a falta de energia elétrica naquele bairro tão esquecido lá no fim do mundo.

Hoje que já sei que, as borboletas surgem de uma lagarta, desenvolvem-se dentro de um pequeno casulo, batem as asas esforçando-as para fortalecê-las, e depois saem para o primeiro voo que dá início a outros tantos, numa existência tão simplória de apenas vinte e um dias, queria reencontrar aquele menino para contar-lhe tudo isso; dizer-lhe que a história das míseras borboletas que aprisionava em sua televisão feita de sonhos, tinha começo, meio e fim e que por muitas das vezes era ele quem mutilava o sonho de vida de algumas delas quando, embaixo do cobertor adormecia encantado olhando-as a se debaterem suplicando liberdade.

Queria reencontrar o menino, não para acusá-lo por sua atitude tão cruel, por impedir que as borboletas vivessem seus vinte e um dias, e que por muitas das vezes ele não as permitiu viver mais que um ou dois, pois nunca soube há quanto tempo haviam se libertado do casulo e novamente as obrigava a machucar as asas, dentro daquela invenção de carpinteiro.

Queria reencontrá-lo, não para condená-lo por muitas das vezes ter acordado pela manhã e encontrar uma delas tão imóvel dentro daquela caixinha com cheiro de fúnebre.

Queria reencontrá-lo não para impedi-lo de novamente adentrar no matagal e caçar quaisquer outras vítima que pudesse interpretar tamanha beleza para ele.

Queria reencontrá-lo para, sobretudo lhe dizer que: As borboletas são tão frágeis como ele, sensíveis como ele, e que elas, após a dor da metamorfose e a prisão do casulo, simplesmente voavam, enquanto ele dava asas a sua imaginação.

Ah, se eu pudesse encontrar aquele menino tão apaixonado pelas borboletas; que nunca havia se dado conta de suas histórias...

Mas o espelho o escondeu e, hoje me mostra apenas um rosto tão cheio de rugas, envelhecido pelo tempo que passou tão devagar dentro daquela cela fria, onde o mundo podia lhe ver através da televisão de verdade; enquanto ele, não podia ver o mundo.

E o meu espelho tão desinteressado se despede de mim, com a desculpa de que precisa voltar ao tempo, e que isso requer muito sacrifício, pois, até reencontrar o menino que ficou perdido no tempo e encantado pelas borboletas lá dentro do mato, será preciso reviver muitas outras histórias que não valem a pena recordar...

Porém, mesmo sem vê-lo, tenho a certeza que ele não fugiu do espelho, assim como nenhuma daquelas míseras borboletas nunca fugiam da sua televisão.



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