Arte, Cultura e Comunicação

segunda-feira, julho 17, 2017

Como se vestir no inverno e torna-lo tão cheio de amor ?

Como se vestir no inverno e torna-lo tão cheio de amor quando o sonho de reviver esse grande amor persiste dentro do coração inspirando a alma a escrever mais uma página dessa linda história cujo você é o autor. Não! Você não precisa trocar de parceiro(a) para reviver aqueles lindos momentos que um dia lhe fizeram tão feliz. 

O importante agora é ignorar as rusgas e abandonar o preconceito que lhe faz perceber que com o tempo muita coisa mudou no corpo do seu amado e não esquecer que foi essa mesma pessoa bonita e maravilhosa que ainda está ao seu lado que um dia você mesmo escolheu para viver toda essa trama de amor... 

E quantos foram os instantes que de tão intensos se tornaram os momentos mais bonitos de sua vida onde talvez nunca tenham existido grandes plateias, mas os aplausos vieram do fundo de dois corações tão apaixonados e entrelaçados desse amor impossível de ser apagado por qualquer intempérie. 

Então vista novamente desse amor e protagonize mais uma vez cada instante dessa linda história.
Inverno cheio de amor é um convite a todos os apaixonados que tem impregnado na alma o desejo de amar. Então porque não despertar esse amor e aquecer o coração? Acenda a lareira e deixe incidir a luz na penumbra da sala enquanto os lábios sedentos de desejos sussurram versos de amor que ardem durante o fôlego febril das ardentes paixões. 
Aproveite o coração aquecido pelo amor, o brilho intenso dos olhos, os lábios molhados de desejo e os corpos envolvidos a perambularem no silêncio e faça-os bailar ardentemente ao som da melodia mágica que brota sutilmente do silêncio enquanto desejos evaporam suando corpos e eternizando instantes de volúpia inventando lindos momentos que deixarão o clímax final sempre para depois, um depois que jamais existirá enquanto corpos estiverem entrelaçados na busca infinita do desejo.

Disponível nos formatos: Impresso e digital.

A arte que retrata os conflitos humanos

Como o teatro pode denunciar os conflitos humanos e como são encaradas as questões desses conflitos sob os olhares artísticos?Na peça teatral “De Corpo Alma e Coração” luzes e refletores iluminam o espaço cênico para atores dispostos a abraçarem esses conflitos humanos com ousadia e determinação buscando algo que possa oferecer ao espectador alguma motivação.


TEXTO COMPLETO E ESCRITO PARA ATUAÇÃO DE GRANDES ATORES

" De corpo, alma e coração " se destaca no cenário das artes cênicas pela sua qualidade de escrita onde toda a linguagem rebuscada para a construção de cada cena é uma enorme inspiração para o ator que impregnado pela força das palavras se sentirá bem mais forte e confiante na construção e encenação de seus personagens.

UM MONÓLOGO EM CADA CENA


Com diálogos muito fortes e intensos e personagens bem reais do nosso dia a dia esta obra mistura sentimentos de amor e ódio, loucura e lucidez, desejo e repugnância, desilusão e esperança. Tudo isso alimentado pela sede de resposta de cada personagem onde as cada um podem ser vistas como pequenos monólogos cuja expressão e força das palavras permite ao ator as mais variadas performances dentro de uma única cena dando total notabilidade a cada momento de sua encenação.


Com oitenta páginas De corpo alma e coração apresenta um conjunto de ações desencadeando uma trama de muito suspense onde surpresas acontecem na propagação da história e vida de cada personagem dentro do mesmo universo de discussões que resume uma grande história.

UM GRANDE DESAFIO ARTÍSTICO


Segundo a crítica "De corpo, alma e coração" pode ser considerado um dos maiores desafios do momento para atores, diretores e produtores que procuram um grande texto para ensaios e almejam realizar grandes produções ou ainda uma excelente adaptação para o cinema e também uma boa opção para aqueles que gostam de ousadia em termos de dramaturgia no cenário gospel.


Do instantâneo narrativo a exposição biográfica da alma; o texto ora apresentado por mais que pareça uma simples ficção, é na realidade um conflito bem atual do homem moderno.

Em se tratando do livre arbítrio em uma época onde tudo pode parecer permitido e nada proibido aos homens que se entregam aos vícios e a luxuria e, sem hesitarem transformam seus corpos em objetos de orgia e prazer; o texto teatral “De corpo alma e coração” trata da viagem que toda alma faz para habitar em um corpo humano, sua amargura por não ter sido amada por ele e, a agonia que sofre ao tentar inutilmente se libertar dele.

DE CORPO ALMA E CORAÇÃO



De corpo, alma e coração é um grande texto teatral para atores, diretores e produtores que gostam da veia dramática de William Shakespeare e que também tenham enorme vontade de ganhar almas para o reino de Deus com argumentos inspirados na bíblia sagrada e que certamente vão emocionar muitos corações.

A história de André e de sua alma aflita está dividida em três atos, vinte e uma cenas e quatorze personagens esplendorosos que em suas falas e gestos revelam o vazio que sentem, fazem confissões e acusações, esboçam suas revoltas e ironias e, em meio a tantas frustrações se deixam levar pelos sonhos e desejos de reencontros.


André é o único sobrevivente de uma guerra. Um homem que lutou tanto pela vida mas que agora está totalmente despido diante de sua alma a qual ele tenta vender a qualquer preço.


UM PROTAGONISTA A SER VIVIDO POR UM GRANDES ATORES



André é o protagonista que estará sempre em cena durante toda a encenação. O personagem central de toda trama, um grande ator abraçado ao seu personagem e que sobrevive até ao desfecho de toda a sua história servindo também de ancora para os demais atores.


De corpo,alma e coração não possui personagens bíblicos como é peculiar a quase todas as obras de cunho cristão e sim personagens fictícios que possuem a sua própria história dentro de uma teia polêmica gerada por eles mesmos que apenas discute a relação entre o corpo e a alma.

Com diálogos muito fortes e intensos, personagens bem reais do nosso dia a dia esta obra mistura sentimentos de amor e ódio, loucura e lucidez, desejo e repugnância, desilusão e esperança. Tudo isso alimentado pela sede de resposta de cada personagem.



"De corpo, alma e coração" pode ser considerado um dos maiores desafios do momento para atores, diretores e produtores que procuram um grande texto para ensaios e almejam realizar grandes produções ou ainda uma excelente adaptação para o cinema e também uma boa opção para aqueles que gostam de ousadia em termos de dramaturgia no cenário gospel.





História infantil o rato roeu a roupa do rei risonho



E um gato persa que exerce a profissão do mais notável carteiro e todos os dias visita as muitas residências de uma floresta trazendo boas notícias para os seus habitantes? 

Esses são apenas alguns dos personagens desta trama divertida responsável por arrancar muitas gargalhadas de uma plateia que mergulha no mundo das maravilhosas fábulas e por algumas horas se deixa levar pelas asas da imaginação.

Naquele dia tudo parecia muito tranquilo na casa do rei leão que lambuzando-se com aquela cuia cheia de mel fez questão de apresentar ao público a sua linda esposa “a senhora abelha” que apaixonada não hesitava em demonstrar a sua vaidade de ter o rei leão como seu esposo o qual ela fazia questão de cuidar com tamanha dedicação indo todos os dias a colmeia produzir o alimento preferido do seu amado.
 
E foi exatamente nesse momento que o gato carteiro apareceu todo garboso para trazer um convite ao casal. Mas que convite seria aquele que entusiasmou tanto ao rei leão fazendo esquecer a sua cuia de mel por um momento e dar tantas gargalhadas ao ponto de rolar no chão?
  

O mais interessante é que tanto o rei leão quanto a abelha rainha ficaram tão felizes e juntos resolveram organizar roupas, calçados e adereços para vestir a todos os amigos os quais pretendiam levar para atender o tal convite. 

E a casa da senhora abelha de um momento para o outro parecia ter se transformado em uma loja de roupas em meio a tanta euforia. Porém o inevitável tinha que acontecer justo naquele dia em que todos os amigos do leão estavam também muito animados para irem a festa da primavera na casa de dona formiga. 






O lançamento deste livro nesse momento acontece em face de um belo e inusitado aniversariante “um rei risonho” que na década de noventa surgiu dentro de uma das mais belas fábulas como uma sutil peça de teatro que chegou à época para rejeitar e superar aquelas histórias infantis que apenas subestimavam as nossas crianças; onde o velho bordão sempre estava de pé, pois, em se tratando de peças infantis argumentava-se que para crianças qualquer coisa servia e as enganavam com personagens sem pé nem cabeça e ideias alienadas que muitas das vezes as deixavam sem entender nada do que viam nos palcos.

Porém quando um enorme leão surgiu comendo mel produzido por uma minúscula abelha e dando tantas gargalhadas de tanta felicidade pôde-se então perceber que para crianças tem que se oferecer o melhor ainda que seja uma história inventada e cheia de fantasias.
Vale a pena mergulhar nesse mundo fantástico!




Porquê fingimos sempre quando não temos respostas concretas para alguma coisa?


Porquê fingimos sempre quando não temos respostas concretas para alguma coisa? 

Será que o ato de fingir está atrelado a alguma possessão maligna?




Os mais desconfiados acreditam que a incorporação maligna dentro dos templos religiosos não passa de puro fingimento de pessoas que tendo a mente fraca acham que estão sendo possuídas por alguma força sobrenatural que as leva a se contorcer, escumar, gritar, agredir e etc. diante daqueles que tentam libertá-las.

Mas será que uma pessoa de mente fraca teria a capacidade de orquestrar algo tão amedrontador e não se importar com a vergonha que passam diante de todos ou será que o mal que está nelas tenha essa capacidade de em algum ritual de fingimento convencer a tantas outras pessoas  de sua força ilimitada?

Possuídas ou não a personalidade de um homem se mede pelo seu caráter. E reconhecer que finge sempre para lograr êxito em alguma situação é uma virtude daqueles que certamente gostariam de ser diferentes em suas atitudes.

Abaixo as considerações de um neonatologista ao senhor ministro da saúde e um convite a reflexão para colegas das outras especialidades:

Nós Neonatologistas,


⇒Fingimos que trabalhamos quando diagnosticamos sífilis congênita e não tem penicilina, o tratamento padrão universal
⇒Fingimos que trabalhamos quando nascem trigêmelares e temos apenas dois berços de reanimação, dois laringoscópios e dois ventiladores manuais.
⇒Fingimos que trabalhamos no plantão noturno quando temos 25 leitos de UTI neonatal e apenas 15 oximetros para ,monitorar o funcionamento cardíaco e devemos decidir quem deverá ficar sem monitoramento.
⇒Fingimos que trabalhamos quando investimos recursos, conhecimento, esperanças e empatia em um prematuro de 25 semanas e após 56 dias somos obrigados a encaminhar ele a outro serviço por falta de vagas , sabendo que retornará em choque irreversível (os outros serviços não tem experiência em prematuros extremos) e fingir mais ainda na hora de explicar à mãe que temos que transferi-lo.
⇒Fingimos que trabalhamos quando nasce um menor de 1500 gramas e não temos Blender, nem oxímetro na sala de parto, nem nutrição parenteral e nem leito de UTIN
⇒Fingimos que trabalhamos quando recebemos um recém-nascido com cardiopatia congênita que precisa de cirurgia cardíaca com urgência e sabemos que tem 9 bebês na lista de espera e que o número 8 está com 2 meses de idade ainda aguardando vaga. Mesmo assim tentamos manter ele em condições ótimas para cirurgia.
⇒Fingimos que trabalhamos quando atendemos uma adolescente que não teve acesso ao pré natal (faltavam médicos e enfermeiras) e chega na maternidade com idade gestacional duvidosa (entre 22 e 24 semanas) e temos que decidir sozinhos na madrugada se devemos ou não investir nesse bebê sabendo que nos países de ponta não se investe em menores de 23 semanas.
⇒Fingimos que trabalhamos quando recebemos uma menor de idade usuária de crack que não sabia que estava grávida, investimos no parto, no bebê, na criação do vínculo, mas 60 dias mais tarde devemos entregar o bebê na vara da infância pois não compareceu nenhum responsável pela mãe e a fria mármore da lei não percebe o quanto ela se transformou graças ao bebê e o quanto o futuro do bebê depende do amor da mãe dele.

Então porque fingimos?


⇒Fingimos porque acreditamos na vida,
⇒Fingimos porque a dor de mães e a dor dos recém nascidos pedem que atuemos ou lutemos mas nunca desistamos.
⇒Fingimos porque de verdade, amamos os recém nascidos.
⇒Fingimos porque Deus nos dá forças para acreditar em um futuro melhor.

sábado, abril 23, 2016

Dilma Rousseff apanhou da professora?

E em meio as noticias do dia dos famosos estava um post no Facebook com a seguinte manchete:

Professora de 74 anos bateu forte na presidente. Vale a pena ler de novo.

Ah, era apenas uma frase chamativa para a carta escrita pela professora Martha de Freitas Azevedo Pannunzio, de 74 anos, é de Uberlândia endereçada a presidenta Dilma Rousseff. 


Ela escreveu uma carta para a presidente Dilma que foi entregue em mãos. Vale a pena ler. É a voz de quem não se cala e não consente.



Bom dia, dona Dilma!


Eu também assisti ao seu pronunciamento risonho e maternal na véspera do Dia das Mães. Como cidadã da classe média, mãe, avó e bisavó, pagadora de impostos escorchantes descontados na fonte no meu contracheque de professora aposentada da rede pública mineira e em cada Nota Fiscal Avulsa de Produtora Rural, fiquei preocupada com o anúncio do BRASIL CARINHOSO.


Brincando de mamãe Noel, dona Dilma? Em ano de eleição municipalista? Faça-me o favor, senhora presidenta! É preciso que o Brasil crie um mecanismo bastante severo de controle dos impulsos eleitoreiros dos seus executivos (presidente da república, governador e prefeito) para que as matracas de fazer voto sejam banidas da História do Brasil.

Setenta reais per capita para as famílias miseráveis que têm filhos entre 0 a 06 anos foi um gesto bastante generoso que vai estimular o convívio familiar destas pessoas, porque elas irão, com certeza, reunir sob o mesmo teto o maior número de dependentes para engordar sua renda. Por outro lado mulheres e homens miseráveis irão correndo para a cama produzir filhos de cinco em cinco anos. Este é, sem dúvida, um plano quinquenal engenhoso de estímulo à vagabundagem, claramente expresso nas diversas bolsas-esmola do governo do PT.

É muito fácil dar bom dia com chapéu alheio. É muito fácil fazer gracinha, jogar para a plateia. É fácil e é um sintoma evidente de que se trabalha (que se governa, no seu caso) irresponsavelmente.

Não falo pelos outros, dona Dilma. Falo por mim. Não votei na senhora. Sou bastante madura, bastante politizada, sobrevivente da ditadura militar e radicalmente nacionalista. Eu jamais votei nem votarei num petista, simplesmente porque a cartilha doutrinária do PT é raivosa e burra. E o governo é paternalista, provedor, pragmático no mau sentido, e delirante. Vocês são adeptos do quanto pior, melhor. São discricionários, praticantes do bullying mais indecente da História do Brasil.

Em 1988 a Assembleia Nacional Constituinte, numa queda-de-braço espetacular, legou ao Brasil uma Carta Magna bastante democrática e moderna. No seu Art. 5º está escrito que todos são iguais perante a lei*. Aí, quando o PT foi ao paraíso, ele completou esta disposição,enfiando goela abaixo das camadas sociais pagadoras de imposto seu modus governandi a partir do qual todos são iguais perante a lei, menos os que são diferentes: os beneficiários das cotas e das bolsas-esmola.

A partir de vocês. Sr. Luís Inácio e dona Dilma, negro é negro, pobre é pobre e miserável é miserável. E a Constituição que vá para a pqp.

Vocês selecionaram estes brasileiros e brasileiras, colocaram-nos no tronco, como eu faço com o meu gado, e os marcaram com ferro quente, para não deixar dúvida d e que são mal-nascidos. Não fizeram propriamente uma exclusão, mas fizeram, com certeza, publicamente, uma apartação étnica e social. E o PROUNI se transformou num balcão de empréstimo pró escolas superiores particulares de qualidade bem duvidosa, convalidadas pelo Ministério de Educação.

Faculdades capengas, que estavam na UTI financeira e deveriam ter sido fechadas a bem da moralidade, da ética e da saúde intelectual, empresarial, cultural e política do País. A Câmara Federal endoidou?

O Senado endoidou? O STJ endoidou? O ex-presidente e a atual presidentA endoidaram? Na década de 60 e 70 a gente lutou por uma escola de qualidade, laica, gratuita e democrática. A senhora disse que estava lá, nesta trincheira, se esqueceu disto, dona Dilma?
Oi, por favor, alguém pare o trem que eu quero descer!

Uma escola pública decente, realista, sintonizada com um País empreendedor, com uma grade curricular objetiva, com professores bem remunerados, bem preparados, orgulhosos da carreira, felizes, é disto que o Brasil precisa. Para ontem. De ensino técnico, profissionalizante.

Para ontem. Nossa grade curricular é tão superficial e supérflua, que o aluno chega ao final do ensino médio incapaz de conjugar um verbo, incapaz de localizar a oração principal de um período composto por coordenação. Não sabe tabuada. Não sabe regra de três. Não sabe calcular juros. Não sabe o nome dos Estados nem de suas capitais.

Em casa não sabe consertar o ferro de passar roupa. Não é capaz de fritar um ovo. O estudante e a estudantA brasileiros só servem para prestar vestibular, para mais nada. E tomar bomba, o que é mais triste.

Nossos meninos e jovens leem (quando leem), mas não compreendem o que leram. Estamos na rabeira do mundo, dona Dilma. Acorde! Digo isto com conhecimento de causa porque domino o assunto. Fui a vida toda professora regente da escola pública mineira, por opção política e ideológica, apesar da humilhação a que Minas submete seus professores. A educação de Minas é uma vergonha, a senhora é mineira (é?), sabe disto tanto quanto eu. Meu contracheque confirma o que estou informando.

Seu presente para as mães miseráveis seria muito mais aplaudido se anunciasse apenas duas decisões: um programa nacional de planejamento familiar a partir do seu exemplo, como mãe de uma única filha, e uma escola de um turno só, de doze horas. Não sabe como fazer isto? Eu ajudo. Releia Josué de Castro, A GEOGRAFIA DA FOME. Releia Anísio Teixeira. Releia tudo de Darcy Ribeiro. Revisite os governos gaúcho e fluminense de seu meio-conterrâneo e companheiro de PDT, Leonel Brizola. Convide o senador Cristovam Buarque para um café-amigo, mesmo que a Casa Civil torça o nariz. Ele tem o mapa da mina.

A senhora se lembra dos CIEPs? É disto que o Brasil precisa. De escola em tempo integral, igual para as crianças e adolescentes de todas as camadas, miseráveis ou milionárias. Escola com quatro refeições diárias, escova de dente e banho. E aulas objetivas, evidentemente.

Com biblioteca, auditório e natação. Com um jardim bem cuidado, sombreado, prazeroso. Com uma baita horta, para aprendizado dos alunos e abastecimento da cantina. Escola adequada para os de zero a seis, para estudantes de ensino fundamental e para os de ensino médio, em instalações individuais para um máximo de quinhentos alunos por prédio. Escola no bairro, virando a esquina
de casa. De zero a dezessete anos. Dê um pulinho na Finlândia, dona Dilma. No aerolula dá pra chegar num piscar de olhos. Vá até lá ver como se gerencia a educação pública com responsabilidade e resultado. Enquanto os finlandeses amam a escola, os brasileiros a depredam. Lá eles permanecem. Aqui a evasão é exorbitante.

Educação custa caro? Depende do ponto de vista de quem analisa.
Só que educação não é despesa. É investimento. E tem que ser feita por qualquer gestor minimamente sério e minimamente inteligente.
Povo educado ganha mais, consome mais, come mais corretamente, adoece menos e recolhe mais imposto para as burras dos governos.
Vale à pena investir mais em educação do que em caridade, pelo menos assim penso eu, materialista convicta.

Antes que eu me esqueça e para ser bem clara: planejamento familiar não tem nada a ver com controle de natalidade. Aliás, é a única medida capaz de evitar a legalização do controle de natalidade, que é uma medida indesejável, apesar de alguns países precisarem recorrer a ela. Uberlândia, inspirada na lei de Cascavel, Paraná, aprovou, em novembro de 1992, a lei do planejamento familiar. Nossa cidade foi a segunda do Brasil a tomar esta iniciativa, antecipando-se ao SUS. Eu, vereadora à época, fui a autora da mesma e declaro isto sem nenhuma vaidade, apenas para a senhora saber com quem
está falando.

Senhora PresidentA, mesmo não tendo votado na senhora, torço pelo sucesso do seu governo como mulher e como cidadã. Mas a maior torcida é para que não lhe falte discernimento, saúde nem coragem para empunhar o chicote e bater forte, se for preciso.
A primeira chibatada é o seu veto a este Código Florestal, que ainda está muito ruim, precisado de muito amadurecimento e aprendizado.
O planeta terra é muito mais importante do que o lucro do agronegócio e a histeria da reforma agrária fajuta que vocês estão promovendo.

Sou fazendeira e ao mesmo tempo educadora ambiental. Exatamente por isto não perco a sensatez. Deixe o Congresso pensar um pouco mais, afinal, pensar não dói e eles estão em Brasília, bem instalados e bem remunerados, para isto mesmo. E acautele-se durante o processo eleitoral que se aproxima. Pega mal quando um político usa a máquina para beneficiar seu partido e sua base aliada.
Outros usaram? E daí? A senhora não é os outros. A senhora á a senhora, eleita pelo povo brasileiro para ser a presidentA do Brasil, e não a presidentA de um partidinho de aluguel, qualquer.

Se conselho fosse bom a gente não dava, vendia. Sei disto, é claro.
Assim mesmo vou aconselhá-la a pedir desculpas às outras mães excluídas do seu presente: as mães da classe média baixa, da classe média média, da classe média alta, e da classe dominante, sabe por quê? Porque somos nós, com marido ou sem marido, que, junto com os homens produtivos, geradores de empregos, pagadoresde impostos, sustentamos a carruagem milionária e a corteperdulária do seu governo tendencioso, refém do PT e da base aliada oportunista e voraz.

A senhora, confinada no seu palácio, conhece ao vivo os beneficiários da Bolsa-família? Os muitos que eu conheço se recusam a aceitar qualquer trabalho de carteira assinada, por medo de perder o benefício.

Estou firmemente convencida de que este novo programa, BRASIL CARINHOSO, além de não solucionar o problema de ninguém, ainda tem o condão de produzir uma casta inoperante, parasita social, sem qualificação profissional, que não levará nosso País a lugar nenhum. E, o que é mais grave, com o excesso de propaganda institucional feita incessantemente pelo governo petista na última década, o Brasil está na mira dos desempregados do mundo inteiro,a maioria qualificada, que entrarão por todas as portas e ocuparão todos os empregos disponíveis, se contentando até mesmo com a informalidade. E aí os brasileiros e brasileira vão ficar chupando prego, entregues ao deus-dará, na ociosidade que os levará à delinquência e às drogas.

Quem cala, consente. Eu não me calo. Aos setenta e quatro anos, o que eu mais queria era poder envelhecer despreocupada, apesar da pancadaria de 1964. Isto não está sendo possível. Apesar de ter lutado a vida toda para criar meus cinco filhos, de ter educado milhares de alunos na rede pública, o País que eu vou legar aos meus descendentes ainda está na estaca zero, com uma legislação que deu a todos a obrigação de votar e o direito de votar e ser votado, mas gostou da sacanagem de manter a maioria silenciosa no ostracismo social, alienada e desinteressada de enfrentar o desafio de lutar por um lugar ao sol, de ganhar o pão com o suor do seu rosto. Sem dignidade, mas com um título de eleitor na mão, pronto para depositar um voto na urna, a favor do político
paizão/mãezona que lhe dá alguma coisa. Dar o peixe, ao invés de ensinar a pescar, esta foi a escolha de vocês.

A senhora não pediu minha opinião, mas vai mandar a fatura para eu pagar. Vai. Tomou esta decisão sem me consultar. Num país com taxa de crescimento industrial abaixo de zero, eu, agropecuarista, burro-de-carga brasileiro, me dou o direito de pensar em voz alta e o dever de me colocar publicamente contra este cafuné na cabeça dos miseráveis. Vocês não chegaram ao poder agora. Já faz nove anos, pense bem! Torraram uma grana preta com o FOME ZERO, o bolsa-escola, o bolsa-família, o vale-gás, as ONGs fajutas e outras esmolas que tais.

Esta sangria nos cofres públicos não salvou ninguém? Não refrescou niente? Gostaria que a senhora me mandasse o mapeamento do Brasil miserável e uma cópia dos estudos feitos para avaliar o quantitativo de miseráveis apurado pelo Palácio do Planalto antes do anúncio do BRASIL CARINHOSO. Quero fazer uma continha de multiplicar e outra de dividir, só para saber qual a parte que me toca nesta chamada de capital. Democracia é isto, minha cara. Transparência. Não ofende. Não dói.

Ah, antes que eu me esqueça, a palavra certa é PRESIDENTE.
Não sou impertinente nem desrespeitosa, sou apenas professora de latim, francês e português. Por favor, corrija esta informação.

Se eu mandar esta correspondência pelo correio, talvez ela pare na Casa Civil ou nas mãos de algum assessor censor e a senhora nunca saberá que desagradou alguém em algum lugar. Então vai pela internet. Com pessoas públicas a gente fala publicamente para que alguém, ciente, discorde ou concorde.
O contraditório é muito saudável.

Não gostei e desaprovo o BRASIL CARINHOSO. Até o nome me incomoda. R$2,00 (dois reais) por dia para cada familiar de quem tem em casa uma criança de zero a seis anos, é uma esmolinha bem insignificante, bem insultuosa, não é não, dona Dilma?
Carinho de presidentA da república do Brasil neste Momento, no meu conceito, é uma campanha institucional a favor da vasectomia e da laqueadura em quem já produziu dois filhos. É mais creche institucional e laica. Mais escola pública e laica em tempo integral com quatro refeições diárias. É professor dentro da sala de aula,
do laboratório, competente e bem remunerado. É ensino
profissionalizante e gente capacitada para o mercado de trabalho.

Eu podia vociferar contra os descalabros do poder público, fazer da corrupção escandalosa o meu assunto para esta catilinária.
Mas não. Prefiro me ocupar de algo mais grave, muitíssimo mais grave, que é um desvio de conduta de líderes políticos desonestos, chamado populismo, utilizado para destruir a dignidade da massa ignara. Aliciar as classes sociais menos favorecidas é indecente e profundamente desonesto. Eles são ingênuos, pobres de espírito, analfabetos, excluídos? Os miseráveis são. Mas votam, como qualquer cidadão produtivo, pagador de impostos.
Esta é a jogada. Suja.

A televisão mostra ininterruptamente imagens de Desespero social.
Neste momento em todos os países, pobres, emergentes ou ricos, a população luta, grita, protesta, mata, morre, reivindicando oportunidade de trabalho. Enquanto isto, aqui no País das Maravilhas, a presidente risonha e ricamente produzida anuncia um programa de estímulo à vagabundagem. Estamos na contramão da História, dona Dilma!

Pode ter certeza de que a senhora conseguiu agredir a inteligência da minoria de brasileiros e brasileiras que mourejam dia após dia para sustentar a máquina extraviada do governo petista.

Último lembrete: a pobreza é uma consequência da esmola. Corta a esmola que a pobreza acaba, como dois mais dois são quatro.
Não me leve a mal por este protesto público. Tenho obrigação de protestar, sabe por quê? Porque, de cada delírio seu, quem paga a conta sou eu.

Atenciosamente,
Martha de Freitas Azevedo Pannunzio
Fazenda Água Limpa, Uberlândia, em 16-05-2012


quinta-feira, novembro 19, 2015

A excelência das músicas evangélicas que jamais serão esquecidas.

Um grande marco na história da música gospel e porque não dizer também no cenário das músicas românticas quando poesias e sentimentos foram os ingredientes principais que fizeram numa geração de adoradores grandes nomes se destacarem nesse universo trazendo as mais belas canções para o leme que conduz a alma onde a excelência das músicas evangélicas jamais serão esquecidas.


 Músicas sublimes tão cheias de vida e saber;que fizeram e ainda fazem tanta gente trilhar o caminho da salvação e se abrigar nos braços de uma esperança.E se sempre existiu o leme que conduz o barco,lá também estavam os bons ventos levando a belíssima música de Luís de carvalho aos nossos corações.Uma música tão cheia de simplicidade porém tão rica em qualidade.Uma música que nem hoje nem nunca vai se calar pois mesmo que o seu criador tenho partido para uma bonita viagem a sua voz tão firme ficou aqui entre nós e o seu legado ao alcance de todos aqueles que gostam de louvar a Deus.




Há um lindo país

No mundo a gente chora de tristeza
No mundo a gente ri pra não chorar
O mundo não conhece o que é o amor
O mundo não conhece o que é paz
 

Há um  lindo país
Onde existe amor
Onde não há guerra e nem dor
Há um lindo país
Onde existe amor
Onde não há guerra e nem dor

Quando a gente crê no Salvador
E recebe dele a salvação
A felicidade vem morar
Para sempre em nosso coração
 

Há um lindo país
Onde existe amor
Onde não há guerra e nem dor
Há um lindo país
Onde existe amor
Onde não há guerra e nem dor


Luís de Carvalho.

Oficina de atores uma década em cartaz no Brasil

A escola que mais cresce no cenário das artes cênicas

A Oficina de atores é a escola que mais produz espetáculos teatrais no RJ e SP. Este pode ser considerado apenas um capítulo no histórico da oficina de atores - teatro e TV em um breve período de tempo pois,a oficina de atores que hoje está no cenário das artes cênicas como a escola que mais se destaca no âmbito nacional formando  grandes talentos,tem também em sua trajetória a satisfação de seus ex alunos e educadores que já fizeram ou ainda fazem parte de suas produções.Vale a pena conferir um pouco de tudo isso nesse artigo:



Um record em montagens teatrais

Conforme noticiado na Revista Isso é Brasil deste mês, a Oficina de Atores.com.br é a escola de Artes Cênicas que mais tem montado anualmente espetáculos teatrais no Rio de Janeiro e São Paulo. São mais de 12 espetáculos teatrais por ano, sendo a maior parte no Rio e São Paulo, todas apresentadas em teatros e com produção a nível profissional ou semi -profissional (na foto ao lado, produções das Oficinas do Rio, São Paulo e Niterói).

Roberto Carelli e Um projeto que deu certo

Não tenho porque ser modesto e não assumir aqui o mérito de ter sido o mentor dessa ideia de incluir no programa dos cursos de teatro da escola a obrigatoriedade de apresentação de espetáculos teatrais com alunos no elenco. 

Em 2007, quando eu era o diretor geral da escola, ainda haviam apenas três cursos livres de interpretação na sede da escola, na época com turmas apenas em Copacabana: o Curso de Teatro com Tony Caroll, o Curso de Iniciação Teatral com Rafael Cruz e o Curso de Interpretação para TV e Cinema com Eduardo Fraga.


Nesta época, muitos alunos vinham de outros estados para o Rio de Janeiro para participar do curso intensivo de 1 mês. E comecei então a perceber que a proposta da Oficina podia ser mais abrangente do que apenas oferecer cursinhos rápidos sem comprometimentos mais profundos no sentido de dar ao aluno também a prática da arte de atuar, ou seja, trabalhar efetivamente como ator no elenco de produções. 

Fernanda Bitencourt 
A primeira aluna da oficina a vir do Estado de MG


Afinal, qual o objetivo final de qualquer estudante? Trabalhar em sua área, é claro.

Assim, em Setembro de 2007, implantei na Oficina o curso intitulado "Oficina Completa", um curso de longa duração onde o aluno recebe preparação teórica e prática incluindo a participação no elenco de espetáculos teatrais (nas turmas de teatro) e curtas-metragens (nas turmas de TV e cinema).



A partir de 2008, começaram a ser produzidos os primeiros espetáculos da Oficina Completa: "Quadrilha", de Jomar Magalhães, e "Aquele que diz sim aquele que diz Não", de Bertolt Brecht, ambos com direção de Rafael Cruz. Porém, antes mesmo destes, o dramaturgo Tony Caroll já tinha escrito e dirigido o Primeiro Festival de Esquetes da Oficina de Atores em 2007, apresentado no Espaço Vitavision em Copacabana, onde os alunos da Oficina de Teatro tomaram parte no elenco. 




Oficina de Atores e um novo capítulo em sua história

Em 2008 e 2009, a Oficina contou com a força da direção de Jorge Farjalla em espetáculos clássicos como Morte e Vida Severina (de João Cabral de Melo Netto), A Casa de Bernarda Alba (Garcia Lorca), Álbum de Família (de Nelson Rodrigues), todos com alunos da Oficina no elenco.



Mas foi a partir de 2009 a grande arrancada em direção ao enorme crescimento no nível e quantidade de produções da Oficina, quando os diretores Jair Aguiar e Antonio Netto iniciaram uma parceria para implantar a oficina em São Paulo, e o curso de Teatro passou a direcionar os alunos para o elenco das produções realizadas pela Cia das Artes, dirigida por Jair e Netto.


Em 2009 e nos anos seguintes, a Cia das Artes produziu dezenas de espetáculos com os jovens atores da Oficina no elenco. entre estes espetáculos podemos citar "O Pagador de Promessas" e "A Invasão" (de Dias Gomes), "O Mambembe" (de Artur Azevedo), "Castro Alves Pede Passagem (de Gianfrancesco Guarnieri) , e vários outros, sempre com destaque em meios de comunicação como a Revista Veja, a Globo.com, entre outras.


Inauguração de novos núcleos no Rio de janeiro

A partir de 2010, com a implantação da Oficina de Atores - Núcleo Niterói, os diretores Luiz Ancillotti e Caio Togni tem produzido e dirigido vários musicais escritos por eles e com seus alunos no elenco: Verão Interminável, O Império do Sol Nascente, Rebeldia, Conectados, e vários outros, apresentados no SESC Niterói e no Teatro Princesa Isabel (RJ). Todos espetáculos com excelente nível de qualidade quanto a preparação do elenco, cenários, figurinos, coreografias e preparação vocal.
 
No Rio de Janeiro, os professores dos vários núcleos espalhados pela cidade continuam incansáveis preparando, ensaiando e dirigindo seus alunos nos espetáculos, muitas vezes produzidos por eles mesmos. Daniel Freitas dirigiu seus alunos do Curso de Teatro, Preparação Vocal e Expressão Corporal em vários espetáculos de sua autoria como "Nossos Desencontros", "Muito Rivotril e um dedinho de Lexotan", e outros. 

Monique Lafond dirigiu o clássico do teatro grego "Lisístrata" de Aristófanes (em 2009, com André Luiz França na co-direção), além de vários Festivais de Esquete, incluindo Festivais específicos com alunos da Terceira Idade (Monique ministra Oficinas de Teatro para idosos a mais de 12 anos). 


O universo infantil da oficina de atores

Mesmo a Oficina Infantil levou ao palco em 2011 as crianças do Curso de Teatro dirigido por Rodrigo Rosado e Thiago Cantarelli, no espetáculo "O Grande Pecado de Lampião e sua Terrível Peleja para entrar no Céu", texto de Joel Rufino dos Santos baseado na literatura de cordel.


A estrela da oficina de atores brilhando em tantos lugares

Oficinas abertas mais recentemente em outras regiões já estão começando a render frutos no palco: Na Oficina de Teatro no Méier (RJ) dirigida pelo Prof. Silvio Froes, os alunos entraram no elenco da revista musical "Tchaka Tchaka na Butchaka", que reviveu os antigos musicais do teatro carioca dos anos 50/60, em um espetáculo apresentado no Teatro Henriqueta Brieba (RJ) em 2013. 

Alexandre Gomes, diretor da Ong F.A.M.A. de Nova Iguaçú, dirigiu em 2013 "O Noviço" e "Quem Casa Quer Casa" (de Martins Penna) com os alunos de Nova Iguaçú no elenco. Jomar Magalhães na Oficina de Atores Núcleo Tijuca, estreou neste mes o espetáculo "Ultima Chance". 

Na Oficina de Brasilia, Alvaro Neto produziu no ano passado o espetáculo "O Coração de Palha", com os seus alunos no elenco, e agora está novamente em cartaz este mês no Teatro Dulcina, de Brasília. 

Também no ano passado, Lilih Curi, na Oficina de Salvador, dirigiu "Qualquer Semelhança não é Mera Coincidência" e Fabiana Bergamini em Belo Horizonte, produziu com os alunos o espetáculo "Amor...Um Trago a Mais"
Niveo Diegues dirigiu o espetáculo 


"Enquanto Isso" em 2013 na Oficina de Sorocaba, e este mês reestréia o mesmo espetáculo em São Paulo - capital, dessa vez com o elenco formado por seus alunos da Oficina de São Paulo - Núcleo Pinheiros. 

Em Campinas, Ronaldo Florentino montou "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente, o primeiro grande dramaturgo da língua portuguesa, tendo esse texto quase quinhentos anos de idade, estreado em 1517.


Novas produções estão estreando neste e nos próximos meses, oferecendo aos alunos da Oficina a oportunidade de vivenciarem no palco o prazer único e inesquecível de atuar sob as luzes de uma ribalta, e experimentarem a catarse de pisarem nas tábuas sagradas de um palco.


Que venham as novas produções! Os atores agradecem e a plateia aplaude de pé!


Por Roberto Carelli
Fonte:

http://www.oficinadeatores.com.br/13.html




quinta-feira, outubro 29, 2015

Música Clássica hoje no coração do Rio de janeiro.

Para aqueles que apreciam  música clássica,hoje  no coração do Rio de janeiro acontecerá mais um daqueles maravilhosos concertos líricos de impregnar a alma da gente e deixar o coração cheio de calma.

Aliás em meio ao tumultuado clima de guerra em que vivemos hoje em dia,só vendo e ouvindo falar de coisas que nos deixa com os nervos a flor da pele,nada melhor do que sair da rotina e se deixar levar pelo som de belos instrumentos e a maestria de seus músicos que certamente nos deixará embevecido de prazer com as suas mais lindas composições.



Entre as canções que serão apresentadas estarão presentes obras de Vila Lobo,Beethoven entre outros com o tenor Martin Fernandez, acompanhado de Nivaldo Tavares ao piano e Rodrigo Alencastre ao cello onde Roberto Carelli Músico que se destaca no cenário da música instrumental pelo talento reconhecido  apresentará outras quatro canções de sua autoria.

Esta belíssima  apresentação acontecerá no espaço  Centro Cultural Francisco Mignone, que fica localizado a Rua Barata Ribeiro 774 sala 1013 - Copacabana (entre as ruas Bolivar e Xavier da Silveira).Com entrada franca.Maiores informações 21 98888-5031

Vale a pena conferir.



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