segunda-feira, julho 17, 2017
A arte que retrata os conflitos humanos
" De corpo, alma e coração " se destaca no cenário das artes cênicas pela sua qualidade de escrita onde toda a linguagem rebuscada para a construção de cada cena é uma enorme inspiração para o ator que impregnado pela força das palavras se sentirá bem mais forte e confiante na construção e encenação de seus personagens.
UM MONÓLOGO EM CADA CENA
UM GRANDE DESAFIO ARTÍSTICO
De corpo,alma e coração não possui personagens bíblicos como é peculiar a quase todas as obras de cunho cristão e sim personagens fictícios que possuem a sua própria história dentro de uma teia polêmica gerada por eles mesmos que apenas discute a relação entre o corpo e a alma.
História infantil o rato roeu a roupa do rei risonho
Vale a pena mergulhar nesse mundo fantástico!
PORQUE FINGIMOS SEMPRE QUANDO NÃO TEMOS RESPOSTAS CONCRETAS PARA ALGUMA COISA?
Porquê fingimos sempre quando não temos respostas concretas para alguma coisa?
Será que o ato de fingir está atrelado a alguma possessão maligna?
Os mais desconfiados acreditam que a incorporação maligna dentro dos templos religiosos não passa de puro fingimento de pessoas que tendo a mente fraca acham que estão sendo possuídas por alguma força sobrenatural que as leva a se contorcer, escumar, gritar, agredir e etc. diante daqueles que tentam libertá-las.
Mas será que uma pessoa de mente fraca teria a capacidade de orquestrar algo tão amedrontador e não se importar com a vergonha que passam diante de todos ou será que o mal que está nelas tenha essa capacidade de em algum ritual de fingimento convencer a tantas outras pessoas de sua força ilimitada?
Possuídas ou não a personalidade de um homem se mede pelo seu caráter. E reconhecer que finge sempre para lograr êxito em alguma situação é uma virtude daqueles que certamente gostariam de ser diferentes em suas atitudes.
Abaixo as considerações de um neonatologista ao senhor ministro da saúde e um convite a reflexão para colegas das outras especialidades:
Nós Neonatologistas,
⇒Fingimos que trabalhamos quando diagnosticamos sífilis congênita e não tem penicilina, o tratamento padrão universal
⇒Fingimos que trabalhamos quando recebemos uma menor de idade usuária de crack que não sabia que estava grávida, investimos no parto, no bebê, na criação do vínculo, mas 60 dias mais tarde devemos entregar o bebê na vara da infância pois não compareceu nenhum responsável pela mãe e a fria mármore da lei não percebe o quanto ela se transformou graças ao bebê e o quanto o futuro do bebê depende do amor da mãe dele.
Então porque fingimos?
⇒Fingimos porque acreditamos na vida,
⇒Fingimos porque a dor de mães e a dor dos recém nascidos pedem que atuemos ou lutemos mas nunca desistamos.
⇒Fingimos porque de verdade, amamos os recém nascidos.
⇒Fingimos porque Deus nos dá forças para acreditar em um futuro melhor.
sábado, abril 23, 2016
Dilma Rousseff apanhou da professora?
Professora de 74 anos bateu forte na presidente. Vale a pena ler de novo.
Ah, era apenas uma frase chamativa para a carta escrita pela professora Martha de Freitas Azevedo Pannunzio, de 74 anos, é de Uberlândia endereçada a presidenta Dilma Rousseff.
Ela escreveu uma carta para a presidente Dilma que foi entregue em mãos. Vale a pena ler. É a voz de quem não se cala e não consente.
Eu também assisti ao seu pronunciamento risonho e maternal na véspera do Dia das Mães. Como cidadã da classe média, mãe, avó e bisavó, pagadora de impostos escorchantes descontados na fonte no meu contracheque de professora aposentada da rede pública mineira e em cada Nota Fiscal Avulsa de Produtora Rural, fiquei preocupada com o anúncio do BRASIL CARINHOSO.
O Senado endoidou? O STJ endoidou? O ex-presidente e a atual presidentA endoidaram? Na década de 60 e 70 a gente lutou por uma escola de qualidade, laica, gratuita e democrática. A senhora disse que estava lá, nesta trincheira, se esqueceu disto, dona Dilma?
Em casa não sabe consertar o ferro de passar roupa. Não é capaz de fritar um ovo. O estudante e a estudantA brasileiros só servem para prestar vestibular, para mais nada. E tomar bomba, o que é mais triste.
Com biblioteca, auditório e natação. Com um jardim bem cuidado, sombreado, prazeroso. Com uma baita horta, para aprendizado dos alunos e abastecimento da cantina. Escola adequada para os de zero a seis, para estudantes de ensino fundamental e para os de ensino médio, em instalações individuais para um máximo de quinhentos alunos por prédio. Escola no bairro, virando a esquina
quinta-feira, novembro 19, 2015
A excelência das músicas evangélicas que jamais serão esquecidas.
Há um lindo país
No mundo a gente chora de tristeza
No mundo a gente ri pra não chorar
O mundo não conhece o que é o amor
O mundo não conhece o que é paz
Há um lindo país
Onde existe amor
Onde não há guerra e nem dor
Há um lindo país
Onde existe amor
Onde não há guerra e nem dor
Quando a gente crê no Salvador
E recebe dele a salvação
A felicidade vem morar
Para sempre em nosso coração
Há um lindo país
Onde existe amor
Onde não há guerra e nem dor
Há um lindo país
Onde existe amor
Onde não há guerra e nem dor
Luís de Carvalho.
Oficina de atores uma década em cartaz no Brasil
A Oficina de atores é a escola que mais produz espetáculos teatrais no RJ e SP. Este pode ser considerado apenas um capítulo no histórico da oficina de atores - teatro e TV em um breve período de tempo pois,a oficina de atores que hoje está no cenário das artes cênicas como a escola que mais se destaca no âmbito nacional formando grandes talentos,tem também em sua trajetória a satisfação de seus ex alunos e educadores que já fizeram ou ainda fazem parte de suas produções.Vale a pena conferir um pouco de tudo isso nesse artigo:
Conforme noticiado na Revista Isso é Brasil deste mês, a Oficina de Atores.com.br é a escola de Artes Cênicas que mais tem montado anualmente espetáculos teatrais no Rio de Janeiro e São Paulo. São mais de 12 espetáculos teatrais por ano, sendo a maior parte no Rio e São Paulo, todas apresentadas em teatros e com produção a nível profissional ou semi -profissional (na foto ao lado, produções das Oficinas do Rio, São Paulo e Niterói).
Não tenho porque ser modesto e não assumir aqui o mérito de ter sido o mentor dessa ideia de incluir no programa dos cursos de teatro da escola a obrigatoriedade de apresentação de espetáculos teatrais com alunos no elenco.
Em 2007, quando eu era o diretor geral da escola, ainda haviam apenas três cursos livres de interpretação na sede da escola, na época com turmas apenas em Copacabana: o Curso de Teatro com Tony Caroll, o Curso de Iniciação Teatral com Rafael Cruz e o Curso de Interpretação para TV e Cinema com Eduardo Fraga.
Nesta época, muitos alunos vinham de outros estados para o Rio de Janeiro para participar do curso intensivo de 1 mês. E comecei então a perceber que a proposta da Oficina podia ser mais abrangente do que apenas oferecer cursinhos rápidos sem comprometimentos mais profundos no sentido de dar ao aluno também a prática da arte de atuar, ou seja, trabalhar efetivamente como ator no elenco de produções.
Afinal, qual o objetivo final de qualquer estudante? Trabalhar em sua área, é claro.
Assim, em Setembro de 2007, implantei na Oficina o curso intitulado "Oficina Completa", um curso de longa duração onde o aluno recebe preparação teórica e prática incluindo a participação no elenco de espetáculos teatrais (nas turmas de teatro) e curtas-metragens (nas turmas de TV e cinema).
A partir de 2008, começaram a ser produzidos os primeiros espetáculos da Oficina Completa: "Quadrilha", de Jomar Magalhães, e "Aquele que diz sim aquele que diz Não", de Bertolt Brecht, ambos com direção de Rafael Cruz. Porém, antes mesmo destes, o dramaturgo Tony Caroll já tinha escrito e dirigido o Primeiro Festival de Esquetes da Oficina de Atores em 2007, apresentado no Espaço Vitavision em Copacabana, onde os alunos da Oficina de Teatro tomaram parte no elenco.
Em 2008 e 2009, a Oficina contou com a força da direção de Jorge Farjalla em espetáculos clássicos como Morte e Vida Severina (de João Cabral de Melo Netto), A Casa de Bernarda Alba (Garcia Lorca), Álbum de Família (de Nelson Rodrigues), todos com alunos da Oficina no elenco.
Mas foi a partir de 2009 a grande arrancada em direção ao enorme crescimento no nível e quantidade de produções da Oficina, quando os diretores Jair Aguiar e Antonio Netto iniciaram uma parceria para implantar a oficina em São Paulo, e o curso de Teatro passou a direcionar os alunos para o elenco das produções realizadas pela Cia das Artes, dirigida por Jair e Netto.
Em 2009 e nos anos seguintes, a Cia das Artes produziu dezenas de espetáculos com os jovens atores da Oficina no elenco. entre estes espetáculos podemos citar "O Pagador de Promessas" e "A Invasão" (de Dias Gomes), "O Mambembe" (de Artur Azevedo), "Castro Alves Pede Passagem (de Gianfrancesco Guarnieri) , e vários outros, sempre com destaque em meios de comunicação como a Revista Veja, a Globo.com, entre outras.
A partir de 2010, com a implantação da Oficina de Atores - Núcleo Niterói, os diretores Luiz Ancillotti e Caio Togni tem produzido e dirigido vários musicais escritos por eles e com seus alunos no elenco: Verão Interminável, O Império do Sol Nascente, Rebeldia, Conectados, e vários outros, apresentados no SESC Niterói e no Teatro Princesa Isabel (RJ). Todos espetáculos com excelente nível de qualidade quanto a preparação do elenco, cenários, figurinos, coreografias e preparação vocal.
Monique Lafond dirigiu o clássico do teatro grego "Lisístrata" de Aristófanes (em 2009, com André Luiz França na co-direção), além de vários Festivais de Esquete, incluindo Festivais específicos com alunos da Terceira Idade (Monique ministra Oficinas de Teatro para idosos a mais de 12 anos).
Mesmo a Oficina Infantil levou ao palco em 2011 as crianças do Curso de Teatro dirigido por Rodrigo Rosado e Thiago Cantarelli, no espetáculo "O Grande Pecado de Lampião e sua Terrível Peleja para entrar no Céu", texto de Joel Rufino dos Santos baseado na literatura de cordel.
Oficinas abertas mais recentemente em outras regiões já estão começando a render frutos no palco: Na Oficina de Teatro no Méier (RJ) dirigida pelo Prof. Silvio Froes, os alunos entraram no elenco da revista musical "Tchaka Tchaka na Butchaka", que reviveu os antigos musicais do teatro carioca dos anos 50/60, em um espetáculo apresentado no Teatro Henriqueta Brieba (RJ) em 2013.
Alexandre Gomes, diretor da Ong F.A.M.A. de Nova Iguaçú, dirigiu em 2013 "O Noviço" e "Quem Casa Quer Casa" (de Martins Penna) com os alunos de Nova Iguaçú no elenco. Jomar Magalhães na Oficina de Atores Núcleo Tijuca, estreou neste mes o espetáculo "Ultima Chance".
Na Oficina de Brasilia, Alvaro Neto produziu no ano passado o espetáculo "O Coração de Palha", com os seus alunos no elenco, e agora está novamente em cartaz este mês no Teatro Dulcina, de Brasília.
Também no ano passado, Lilih Curi, na Oficina de Salvador, dirigiu "Qualquer Semelhança não é Mera Coincidência" e Fabiana Bergamini em Belo Horizonte, produziu com os alunos o espetáculo "Amor...Um Trago a Mais"
Niveo Diegues dirigiu o espetáculo
"Enquanto Isso" em 2013 na Oficina de Sorocaba, e este mês reestréia o mesmo espetáculo em São Paulo - capital, dessa vez com o elenco formado por seus alunos da Oficina de São Paulo - Núcleo Pinheiros.
Em Campinas, Ronaldo Florentino montou "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente, o primeiro grande dramaturgo da língua portuguesa, tendo esse texto quase quinhentos anos de idade, estreado em 1517.
Novas produções estão estreando neste e nos próximos meses, oferecendo aos alunos da Oficina a oportunidade de vivenciarem no palco o prazer único e inesquecível de atuar sob as luzes de uma ribalta, e experimentarem a catarse de pisarem nas tábuas sagradas de um palco.
Que venham as novas produções! Os atores agradecem e a plateia aplaude de pé!
Por Roberto Carelli
Fonte:
http://www.oficinadeatores.com.br/13.html















