Arte, Cultura e Comunicação

segunda-feira, novembro 26, 2012

Teatro evangélico em ação.

As novas formas do teatro.O teatro terá sempre novas formas, quando se propuser responder aos novos desafios da realidade. E essa resposta dar-se-á sempre a uma plateia, por isso é importante não ignorá-la nunca.É importante argumentar aqui, que a plateia para um tema evangélico, quase sempre está dividida em duas classes: Aquela que sabe qual o fundo daquilo que está sendo mostrado tendo compreensão de tudo àquilo que está sendo transmitido segundo a palavra de Deus; e aquela em que tudo o que está lhe sendo apresentado seja novidade.
Teatro evangelico em ação.
A plateia e o espetáculo.Por exemplo: Você está encenando algo relacionado ou produzindo fielmente uma passagem bíblica. Para aqueles que estão habituados a vivenciar isso todos os dias, a compreensão não será difícil, mas, para aqueles que nunca ouviram mencionar tal fato, poderão ficar um tanto desentendidos diante de determinado assunto.Novos atores.Para os novos atores dentro do campo “evangélico” não só existe a necessidade de buscar exemplos (mitos, doutrinas teatrais, teorias...) somente dentro deste campo para se tornar um profissional; mas sim oferecer a ele, ferramentas muito concretas e conscientes para que o espectador se liberte de tudo aquilo que o oprime.Métodos.Por isso,assim como o português,o inglês a matemática são úteis a todo evangélico, os métodos teatrais, também sempre serão bem vindo ao meio, lembrando sempre que, teatro é resposta tanto para aquele que faz quanto para aquele que assiste; então diante disso, será sempre preciso a prática e não só o fazer por fazer.
Tony Caroll.

domingo, novembro 25, 2012

Um homem de tantas histórias...

 
Cada um com sua história carregando calado a sua dor, no entanto o que é mais comovente é que cada homem é personagem de uma mesma história e a droga a vilã de todas as histórias. Porém o que cada um desses homens tem a celebrar é somente a esperança que reside dentro do peito e a expectativa de um final feliz. E enquanto cada homem vai sobrevivendo em meio a essa guerra interior o coração vai escrevendo o desfecho de uma história que parece nunca ter fim onde o sonho maior será sempre esmagar a antagonista que também insiste sobreviver dentro de cada um.




 As sementes da miséria humana



 Hoje dia onze de novembro do ano de dois mil e doze, me vi entre os embaraços que me fizeram compreender alguma coisa entre o sonho e a razão. O sonho que persiste no coração de homens tão flagelados pela droga e as razões que os fizeram vítimas do fracasso. E tão calado ali no meio de jovens, velhos e meninos tão resignados que andavam de um lado para o outro, resolvi me fazer surdo para as razões que parte da sociedade apregoa aqui do lado de fora quando tenta ignorar essas pessoas como se elas fossem bichos sem uma chance de recuperação. 

Pela primeira vez vi qual é a verdadeira cara que o sonho tem; porque sonhar com certas coisas, todos nós sonhamos; mas sonhar em vencer a si mesmo e derrotar os monstros que vivem no interior de cada um mesmo quando a única força é apenas uma gota de esperança impregnada na alma; e se entregar a vontade de ver esse sonho realizar-se quando o horizonte se mostra ainda tão distante nem todos são capazes.

Eu estava ali, porque me dispus a visitar uma vítima tão querida; e enquanto passeava por aquele lugar que me parecia tão mágico por abrigar tantos homens todos tão iguais quando o assunto em comum é se ver livre da dependência  química, pude compreender que nem tudo é utopia.

Os sonhos existem e tem feições diferentes quando estão abrigados nos corações daqueles que clamam por vida. Hoje meninos, jovens e velhos transitando por aquele sítio imenso e tão mal cuidado por falta de verba e atenção de seres humanos como eles. Homens que aceitaram o desafio de viver sem nenhuma condição de sobrevivência, tentando ocupar o seu tempo com uma partida de pingue-pongue, olhando os patos que tão felizes banhavam-se no lago sujo formado por uma nascente, ouvindo música no radinho de pilha, olhando as copas das árvores tudo isso para vencer o tempo e a ansiedade enquanto um escolhido como num big brother preparava o almoço  de todos num fogão de lenha. 

Um almoço improvisado com os poucos ingredientes de algumas doações de outros que sem hesitar apenas dividiram o seu pão. Alguns sendo visitados pela família e outros não. Porém, todos embalados pela esperança de breve saírem dali livres das algemas que um dia os aprisionou apenas pelo desejo que então se transformou em vício. 

Diante de tantos rostos diferentes compreendi que cada um tem a sua história e na história de cada um, as mais diversas razões que levaram a todos ao mesmo universo onde a ordem do coração é sonhar!

Mas observando cada rosto, contemplando um sorriso meio tímido aqui e ali, recebendo o cumprimento tão impregnado de esperança entre um e outro, só pude mesmo entender o quanto somos iguais. Com a diferença de que uns são mais fortes diante de um problema enquanto outros procuram uma fuga, e essa fuga talvez nunca seja a saída e sim a entrada de um cativeiro. 

Só hoje percebi que aquilo que faz germinar as sementes da miséria humana é a verdadeira  falta de amor entre seres humanos porque cada uma dessas sementes tem a sua origem na vida de uma vítima da droga. E essas sementes tão presentes no coração de um flagelado pela droga talvez sejam a ingratidão, a solidão, a rejeição, o preconceito, a discriminação e tantas outras coisas que traduzidas em gestos nefastos um dia se transformou na dor cruel daqueles que nunca puderam compreender o que realmente é o amor de Deus.

Durante todo o trajeto de volta vim pensando nisso e com o vento que entrava pela janela do carro e ousadamente batia em meu rosto, via outros tantos rostos se misturarem diante de mim enquanto ouvindo uma canção que vinha do meu interior, podia compreender tantas coisas e o quanto é bom ser amado pelo amigo Jesus. E essa canção em forma de poesia e oração ainda se agiganta dentro de mim quando penso em tudo isso.

Tony Caroll

sexta-feira, novembro 23, 2012

O exibicionismo e as suas razões.

Tudo será sempre pura emoção?A emoção e a razão devem andar sempre juntas, pois, o exibicionismo tende aparecer de certo  descontrole do ator que esqueceu os seus limites diante das possibilidades do improviso. Esse ator por se achar muito competente torna-se fabuloso naquilo que se refere sentir emoção; e então se entrega totalmente sem levar em conta a razão.
Exibicionismo teatral.
Objetivo e subjetivo.Quando trabalhamos o objetivo com o subjetivo teremos como resultado uma emoção verdadeira porque mostraremos o ser e o querer de um personagem. Porém quando trabalhamos apenas o objetivo, teremos tão somente o ser de um personagem que tende a não sentir nada e este personagem tende também a mostrar o próprio ator que o representa.Quando trabalhamos apenas o subjetivo, teremos como resultado um personagem fantasioso onde, o ator apenas apresenta como ele devia ser sem nunca encontrar a base que é o objetivo.Assim:
Objetivo+subjetivo=emoção verdadeira.
Objetivo+objetivo+falta de emoção.
Subjetivo+subjetivo=falsa emoção (Descontrole).
Tony Caroll.

quarta-feira, novembro 21, 2012

Quando o improviso é bom para todo elenco.

O muito improviso continuado sem a imposição de certo limite traz o esquecimento e faz com que o ator se distancie da ideia original fazendo com que ele crie diversos personagens em uma única cena. Porém o improviso torna-se algo esplendoroso quando existe o respeito mútuo entre os atores; uma relação boa e familiar dentro do elenco.
Improviso
Porém o improviso torna-se algo esplendoroso quando existe o respeito mútuo entre os atores; uma relação boa e familiar dentro do elenco. Nesse caso é boa a ideia dos atores experimentarem os personagens uns dos outros.Partindo da ideia de que teatro é aceitação, cumplicidade, troca, admiração e inspiração mútua, compreendemos que tanto em cena como fora de cena, o rico deve aceitar o pobre, o bonito ter afinidades com o feio, o milionário sentir o gosto do lugar onde está o mendigo e enfim, um admirar o outro buscando essa inspiração tanto na pura essência do ser como vivendo esses personagens tão diferentes com o intuito de completar-se a si mesmo.Quando falamos da necessidade do respeito mutuo e da boa relação familiar entre os atores não fugimos do improviso criando certa ditadura para os mesmos, mas, asseguramos o cuidado de um para com o outro no que se refere à chamada deixa.O improviso exagerado é um passo para o exibicionismo e o exibicionismo algo que pode aniquilar uma deixa.Existem determinados atores que tem a sua deixa como algo muito valioso para entregar ao companheiro, esses atores são vibrantes porque, tem em mente tamanha admiração pelo colega de trabalho e com imenso prazer fazem questão de trabalhar a sua deixa para ver o colega entrar em cena com muito triunfo. Esses são atores ricos em cumplicidade, pois fazem questão de passar com grande satisfação para o colega a sua oportunidade de brilhar e por isso, fazem questão de explodirem em cena antes da entrada do outro para que a sintonia do enredo não seja quebrada por um simples intervalo. Mas se esse ator é pobre na sua forma de enxergar a cumplicidade, ele não se preocupa com o outro que vai entrar em cena logo após ele e então, relaxadamente se exibe. Esse exibicionismo é resultado do egoísmo que o faz se entregar ao improviso continuado e sem razão; sem a mínima preocupação de como o outro vai lhe suceder, e sem se importar com a quebra da sintonia dentro de uma mesma cena.

segunda-feira, novembro 19, 2012

A oportunidade do improviso

A oportunidade do improviso que dá ao ator a liberdade de mostrar a sua capacidade de interpretação, e as suas formas.


Quando dissemos que nem todo improviso contribui para a realização de um bom trabalho estamos querendo argumentar alguns princípios que devem ser levados em consideração pelo ator, principalmente aquele iniciante que às vezes levado pelo ímpeto da ansiedade acaba cometendo certos incidentes que o leva ao fracasso.

 



Todo espectador tem sabedoria e bom senso para acompanhar um tema que lhe é proposto pelo ator em sua interpretação. Assim, se o ator se exaspera, acaba levando o espectador a enfadar-se diante daquilo que não entende.Dessa forma o respeito deve ser mútuo entre aquele que apresenta alguma coisa e aquele que assiste.

Toda oportunidade de improviso dá ao ator, a liberdade de mostrar a sua capacidade de interpretação; porém nem todas as formas podem lhe garantir sucesso, pois o ator que se deixa levar pela ansiedade do brilho descontrolado, estará muito propenso ao fracasso e esvaziamento de uma cena; e consequentemente o desinteresse do espectador.


O subjetivo que é a possibilidade do ator sugerir mais alguma coisa, jamais deve atropelar o objetivo daquilo que ele próprio se propõe a dizer. Assim, sempre será preciso obedecer à ideia central de um texto porque se no deslize de seu improviso ele foge dessa ideia central, estará a cada nova frase dita, sujeito a desprezar o tema principal de uma história, cansar-se na sua busca de pensamentos enquanto está em cena e, perder-se quando não saberá mais o que dizer. 


Isso ocorre quando o ator começa a falar sobre determinado assunto, vai juntando uma coisa a outra coisa e mesmo sem querer esquece-se do tema, da história e do personagem que está vivendo.Devemos lembrar que:Sempre partiremos de um ponto, uma ideia central proposta que deverá ter seu começo, meio e fim e obedecê-la.Suponhamos que determinado autor tenha criado como ideia central de uma história “O amor” que dará toda beleza a sua obra. 


Este amor percorrerá todos os atos, todas as cenas e deverá estar impregnado em todos os atores do elenco, mas, se em determinado momento um ator qualquer resolve dar asas a sua imaginação e subjetivar em demasia a fala de seu personagem, fugindo do amor para falar da floresta amazônica e caindo em assuntos políticos que defendem a floresta, logo há de compreende que se empolgou tanto em mostrar-se um pouco mais que os outros, que além de fugir da ideia central proposta, também faltou com respeito ao espectador, ao autor e esqueceu-se da cumplicidade com o outro que contracenava com ele.


O ator que se entrega em demasia ao improviso acaba criando uma atividade paralela para o seu personagem, cria outra ideia dentro da história, ofusca o seu próprio trabalho além de disputar consigo mesmo.

sábado, novembro 17, 2012

Nem todo improviso contribui para a realização de um bom trabalho.

Para o ator, a ideia de completar-se em cena é muito rica e proveitosa, pois isso o estimula a criar cada vez mais e também a destacar-se em um trabalho qualquer como um grande ou até mesmo “o melhor ator”.Porém, ao ator é preciso humildade para desempenhar o seu papel por mais expressivo que possa ser; mas para isso é necessário que ele estabeleça certos limites para si próprio. Isso mostrará ao espectador um ator disciplinado.
Liberdade de expressão.
A nossa imaginação será sempre fértil para o subjetivo, porém esse subjetivo em cena não deve ser exagerado ao ponto de aniquilar o objetivo; e o objetivo do ator deve respeitar a cumplicidade com o outro ator com o qual ele está em cena porque, se ele se descontrola leva o outro a certa ansiedade tornando a sua espera em tédio terrível e isso é percebido pelo espectador também. Portanto nem todo improviso contribui para o a realização de um bom trabalho por que: Sempre partiremos de uma ideia central que deverá ter seu começo, meio e fim e isso deve ser sempre levado em consideração.Resumo: Quando o ator tem a oportunidade de um improviso deve compreender que a sua liberdade de subjetivar deve ter seu limite.Subjetivar é a oportunidade que o ator tem em cena de criar alguma coisa em cima de uma ideia central, tendo o cuidado para não sair dela pois,O seu objetivo é contracenar com alguém e expor alguma coisa para o espectador.
Tony Caroll.

sexta-feira, novembro 16, 2012

Sofro e choro.

Confessar uma desilusão nem sempre é sinônimo de fraqueza e chorar por um grande amor que se perdeu nunca será motivo para se desmerecer a masculinidade de um homem.Digo isso porque ao longo de minha existência muitas das vezes fui proibido de chorar diante de uma frase feita daqueles que a tomavam como discurso contínuo."Homem que é homem não chora."Porém hoje me orgulho por todas as vezes em que chorei e tenho certeza de que nunca fui um fraco pois mesmo chorando para me libertar de minhas desilusões,fui rebelde e corajoso quando precisei quebrar todas as regras.Ainda sou um homem que chora.



Sofro e choro

Como o ontem que foi hoje e depois se perdeu
hoje choro por um amor que já foi meu.
Como a flor que já foi broto e agora morreu
hoje sofro por alguém que já foi meu.
Como o sol que já brilhou e depois desvaneceu
sofro e choro por você que me esqueceu.

Tony Caroll.

quinta-feira, novembro 15, 2012

Quantos espectadores estão sobre o palco?

Teatro é aceitação. É relação sem preconceitos, sem pudores, sem discriminações. Por isso,quando propomos algo como quebra de repressão,ritual e mecanismos estamos apenas sugerindo que o ator se esvazie completamente de tudo aquilo que o impede de relacionar-se dentro e fora de cena, pois, são os nossos medos, as nossas tradições, a nossa maneira muitas das vezes erradas de entender certas coisas é que nos impede de dar passos importantes rumo à cumplicidade, a harmonia, a sintonia com outro ator e isso nos faz permanecer sempre no lugar de espectador que apenas sonha atuar.
Vinicius Melich em cena. 
A falta de aceitação muitas das vezes manifesta-se por causa de certos preconceitos e pudores e acaba gerando certa discriminação entre os próprios atores que estão em cena, isso por falta de um trabalho intenso dentro dos grupos, que muitas das vezes estão no decorrer de um trabalho sem conseguir entrar em sintonia com os demais que contracenam.Diversos atores apesar de estar sobre o palco como personagem de uma história, mesmo sem perceberem deixam de ser ator e passam a ser apenas um espectador do colega que está em cena com ele, isso porque na dificuldade em relacionar-se com o outro, se retrai e então mesmo participando de todo desenrolar de algumas cenas ou atos, passa a assistir o colega e não atuar junto a ele.

quarta-feira, novembro 14, 2012

Um adeus a você.

Muitas das vezes é preciso rasgar o peito e mesmo sem querer,apagar as marcas de um grande amor pois,amor que se dá e nada recebe nunca deixará de existir enquanto estiver sendo cultivado mas nunca alimentado pelo desejo que sente.E um amor enclausurado dentro do peito,só deixa o coração sem possibilidades de amar novamente.




 Um adeus a você

Adeus ao beijo que eu quis, e ao meu sonho de ser feliz.
Adeus ao anseio de minha boca, e a essa paixão quase louca.
Adeus ao nosso primeiro momento; que transformou-se em lamento.
Adeus ao desejo que eu tive, e a sede que não contive.
Adeus ao meu querer de um abraço; que ensaiou o embaraço.
Adeus a esse tom de saudade, que sufocou minha felicidade.
Adeus aos anseios de meu peito, a esse caso meio sem jeito.
Adeus a essa anônima pessoa, que nas asas de meu sonho voa.
Adeus a minha Campainha interior que toca e com barulho só me sufoca.
Adeus à pessoa que amei, ao sonho que desejei e nunca experimentei.
Adeus a esse sonho de rosto tão bonito, que se perdeu no infinito.
Adeus a esses dia passados, e aos momentos idealizados.
Adeus aos instantes vividos, nunca publicados, de um amor proibido.

Tony Caroll.

terça-feira, novembro 13, 2012

Interpretar ou apenas representar alguma coisa?

A diferença entre interpretação e representação está em dar ou não dar forma aquilo que então a pessoa se propõe a mostrar em determinadas cenas dentro de uma mesma história. Assim compreendemos que:

Arte e vida.
A arte de representar pertence a qualquer pessoa e,A arte de interpretar pertence ao bom ator que então se esforça para oferecer uma arte viva e esplendorosa ao seu espectador.Posso representar alguém numa ocasião apenas como substituto de uma pessoa que por qualquer motivo não possa se fazer presente em determinado acontecimento ou lugar, mas, para representar alguém diante de todo espectador que vai ao teatro em busca de alguma coisa, preciso fazê-lo com total fidelidade e, a fidelidade em interpretar um personagem está em buscar todas as nuances desta pessoa que represento para o espectador; dando a este personagem novas formas teatrais. Assim, o trabalho do ator nunca será apenas cumprir um protocolo, mas sim, reproduzir com arte e maestria a sua fonte de inspiração.Se a sua fonte de inspiração for um anjo,esse anjo deverá ser então a matéria prima do ator e a sua beleza tanto física como interior será fruto do esforço do bom ator que com dedicação saberá lapidar aquilo que então se propõe representar “Uma figura celestial”.Aqui,usamos uma foto de um grupo que no último dia 28/10/2012,apareceu caracterizado numa determinada seção eleitoral para votar.A idéia desse grupo em protestar contra a cobrança abusiva de impostos ou algo parecido por parte de alguns governantes repercutiu talvez de uma forma inseperada,mas talvez mesmo que essa não tenha sido a intenção,este grupo caracterizado de vampiros representou muito bem os anseios daqueles que vivem sendo explorados pelo sitema e nunca tem voz para reclamar.Assim se representa uma classe quando não se tem um personagem concreto,porém a interpretação deve ser específica do ator que sente e chora as lágrimas de um personagem.
Tony Caroll.

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