Arte, Cultura e Comunicação

sexta-feira, fevereiro 23, 2024

Um lindo Besteirol do Amor

A Estação Dramaturgia Orgulhosamente Apresenta:

O Cravo e a Rosa em um Besteirol do Amor

Em três atos repletos de confusões, risadas e reviravoltas, "O Cravo e a Rosa em um besteirol do amor" apresenta a divertida e descontraída jornada de um casal que se aventura no tumultuado território do casamento. 

O tema central gira em torno de uma tentativa de casamento que se revela mais complexa e cômica do que o casal poderia imaginar.





Ato 1: 

A expectativa de um casamento.

A trama se inicia com a expectativa da realização de um casamento que ocorre de maneira totalmente equivocada. 

O protagonista surpreende a sua amada com o seu jeito desajeitado e fora de contexto, desencadeando uma série de eventos hilariantes.

 


 Ato 2: 

O Encontro com as Personagens Múltiplas.

A reviravolta da peça ocorre quando uma talentosa atriz, interpretada pela personagem principal, se apresenta como uma multiplicidade de personagens, cada uma mais excêntrica e engraçada que a outra. 

Essa confusão leva a uma série de mal-entendidos e situações absurdas, desafiando a paciência do protagonista.


 

Ato 3: 

O Casamento Desafiador.

À medida que o casal tenta chegar ao altar, enfrentam uma série de obstáculos inesperados. 

Desde familiares excêntricos e desconhecidos até problemas de logística, cada elemento necessário para a realização da cerimônia se transforma em uma comédia de erros. 

O público é levado a questionar se esse casamento inusitado pode realmente se concretizar.Tema Central: Tentativa de Casamento Frustrado.

 

 

 

A peça explora de maneira cômica os desafios e imprevistos que surgem durante o processo de tentar unir duas pessoas tão diferentes em matrimônio. 

O tema central reflete a realidade de muitos casais, apresentando de forma humorística as complexidades do relacionamento e as expectativas que frequentemente não se alinham à realidade.





Ideia Original: 

Uma Atriz Vestida de Muitas Personagens.


A singularidade da peça reside na personagem interpretada por uma talentosa atriz que se veste como várias personagens ao longo da história. 

Essa escolha criativa adiciona camadas de humor e surpresa à narrativa, enquanto a atriz desempenha papéis variados, contribuindo para o caos divertido que se desenrola no palco.


 O Cravo e a Rosa em um Besteirol do Amor

quarta-feira, julho 19, 2023

A velhice e os velhos na obra de Silvio de Abreu

 Silvio de Abreu é um renomado autor de novelas brasileiras, tendo escrito diversas tramas de sucesso ao longo de sua carreira. Abaixo estão algumas das novelas escritas por ele:

 

Quais foram as novelas escritas por Silvio de Abreu

 

 Abaixo estão algumas das novelas escritas por ele:

Guerra dos Sexos (1983) - Junto com Carlos Lombardi   

Rainha da Sucata (1990) 

Deus Nos Acuda (1992)

A Próxima Vítima (1995) 

Torre de Babel (1998) - Junto com Sérgio Marques e Alcides Nogueira

Belíssima (2005) - Junto com Sérgio Marques

Passione (2010)

Guerra dos Sexos (2012) - Remake da novela de 1983 

Sassaricando: Haja Coração (2016) - 

Remake de Sassaricando (1987)  

 

A velhice e os velhos na obra de Silvio de Abreu

 Essa oficina em três atos traz todo o conhecimento e experiência do autor, diretor e ator Sílvio de Abreu em seu trabalho ligado ao envelhecer, principalmente nas novelas de TV.Em entrevista exclusiva e inédita para a jornalista Ivani Cardoso assessora de imprensa do Ideac, Silvio responde como e porque sempre criou personagens velhos e trabalhou com os mais velhos em suas novelas.No último ato, Sílvio relata uma reflexão, também ínédita, de Paulo Autran sobre o envelhecimento e a velhice.


 

sexta-feira, dezembro 02, 2022

O triste voo de um beija-flor

 


O triste voo de um beija-flor
Fiquei ali, por alguns minutos tentando esquecer o que havia visto lá fora, querendo fugir dos detalhes daquele episódio triste, trocando cada grão de pensamento pela presença de cada coisa que compunha aquela sala tão cheia de minúcias que iam vencendo o tempo.
 
O velho sofá de madeira surrada, forrado de chita estampada; as cadeiras reluzentes de óleo que pareciam abraçar a mesa que tão vaidosa exibia um pato de louça cheio d’água a abrigar as tantas raízes da jiboia derramadas em folhas salientes e viçosas que descansavam sobre a toalhinha; a pequena cristaleira de vidros bem transparentes que me permitia ver todas as suas relíquias guardadas; o abajur encardido e apagado no canto sobre a mesinha de mármore desgastado; o rádio tão calado sobre a prateleira que parecia almejar o telhado; as cortinas enrugadas que escondiam a janela e de vez em quando dançavam ao toque do frescor que passeava lá fora; o espelho...
 
Ah! O espelho tão redondo e emoldurado de rosas negras e bem delineado que diante do criado mudo e sem graça o ilustrava sempre; e foi ele! Simplesmente ele, o espelho que até aquele instante assistira a tudo, tão inerte, me despertou de minha prostração e convidou-me a estar diante dele.
 
Deixei a cadeira a balançar-se sozinha, e sem pretensões olhei meio absorto o meu rosto refletido na luz que vinha de dentro. Nossa! Como eu era belo no frescor de meus dezessete anos... Cabelos negros tão encaracolados e sedosos quase a beijar os meus olhos vívidos de um azul incandescente e torneado de cílios bem repletos que, contrastavam com minhas sobrancelhas cheias; as quais, quase se encontravam acima do nariz que vinha almejando a minha boca tão bem desenhada pelos lábios finos e molhados que, ao abrirem-se, apresentavam um belíssimo sorriso enfeitado de dentes tão esbranquiçados e perfeitos, tudo isso em perfeita sintonia com as maçãs bem rosadas de meu rosto, o qual reluzia o azul resplandecente das primeiras barbas feitas.
 
Naquele momento acariciei o meu próprio rosto e tomado por um desejo febril numa instância de segundos já estava todo nu diante do espelho no meio da sala, a olhar o meu peito repleto de pêlos e acariciar também o meu sexo que parecia gritar algo que só mesmo o meu coração podia ouvir. E na ânsia de...
 
Conheça o princípio e o desfecho desta linda história de amor acessando:"Ternura Coração fotografias"



A última tarde de inverno

 

                                                   A última tarde de inverno 

Eu nunca mais consegui desvencilhar o inverno daquele tom de tristeza que me inundou por inteiro naqueles dias, pois, o significado do inverno para mim passara a ser a estação em que morrem as flores e a primavera a outra que vem para enterrá-las por que: só no dia seguinte é que eu pude entender que aquele momento tão bonito que acontecera entre eu e meu pai, fora simplesmente uma despedida onde ele apenas com um gesto de amor havia me desejado força para continuar a viver sem ele.

E naquela última tarde de inverno, eu estava ali naquele cemitério cercado de tantas pessoas influentes, algumas celebridades que vinham me abraçar esboçando seus sentimentos em poucas palavras e com pequenos gestos pela grande admiração que tinham pelo meu pai, um homem que na sua forma tão simples de ser, havia contribuído tanto com o país através de suas muitas viagens e também com as grandes matérias que eram publicadas pelos jornais e que, no dia anterior havia sido vítima de um grave acidente de avião que seguia de São Paulo para o Rio de Janeiro.
 
A chuva fina caía junto com as flores murchas que eram atiradas ao caixão, como forma de homenagem que os leitores e admiradores de meu pai lhe fazia naquele último instante, enquanto eu, ali tão inerte diante de tudo, sentia aflorar de dentro de mim um sentimento tão diferente que era um misto de perdão e compreensão, algo que me fazia entender a ausência daquele homem em minha infância quando me entregou aos cuidados de Domentila e, também perdoá-lo por tê-la despedido um dia juntamente com sua filha Maria, sem ter me dado uma explicação. Naquele momento mesmo tendo os olhos escondidos pelos óculos escuros que usava, não consegui conter as lágrimas de saudade que brotavam dentro de mim.

Saudades de minha infância, de Maria, Domentila e, sobretudo de meu pai que ficara ali enterrado como uma flor as vésperas da primavera que era também, o prenúncio de meus vinte e um anos.


Conheça a continuação e o desfecho desta história em Romance do homem solitário

Os mais diversos tons de Dulcelina

 


Porém os delírios de Almeida não duraram por muito tempo pois subitamente todas as luzes se acenderam e com ela o som altíssimo de uma marcha nupcial.

Ele que não tivera tempo de se recompor, ainda nu estava ali sem imaginar que o seu maior sonho estava prestes de se realizar.

Surpreso e meio perdido com a evidência da luz e da música que parecia adentrar os seus ouvidos e acalmar- lhe o coração, ele ainda tentando tapar o sexo com as duas mãos olhou para a enigmática porta daquela mansão que já o havia decepcionado tantas vezes e viu Dulcelina sair por ela vestida de noiva trazendo um buquê nas mãos e sorrindo feito uma flor que acabara-se de desabrochar.

Mais uma vez Almeida ficou extremamente decepcionado diante daquele rosto matreiro que também não era o rosto de sua verdadeira Dulcelina e tomado por um súbito sentimento de raiva não hesitou em perder a cabeça ali mesmo; arrancou o relógio do pulso, tirou os sapatos dos pés atirando-os para longe e rasgando-se todo foi se despindo até ficar totalmente nu diante daquela nova mulher ao mesmo tempo em que dizia coisas sem nenhum sentido.

Depois de alguns segundos, um tanto refeito de seu ataque de indignação, porém muito desconsertado e tapando as partes intimas com as mãos aos gritos a interrogou:

—Quem é você afinal?

Ela como uma perfeita dama de uma grande cena olhou para a mansão como que obedecendo o sinal de alguém e calmamente respondeu:

 

—Eu? Eu sou apenas uma grande atriz que desaparece com o apagar das luzes.

Coincidência ou não para ele, naquele momento subitamente todas as luzes se apagaram deixando tudo na mais completa escuridão onde não se podia enxergar absolutamente nada e Almeida completamente nu e desesperado ficou perdido no meio daquele imenso jardim a chamar por Dulcelina.

—Dulcelina! Dulcelina! Dulcelina!

Porém os delírios de Almeida não duraram por muito tempo pois subitamente todas as luzes se acenderam e com ela o som altíssimo de uma marcha nupcial.

Ele que não tivera tempo de se recompor, ainda nu estava ali sem imaginar que o seu maior sonho estava prestes de se realizar.

Surpreso e meio perdido com a evidência da luz e da música que parecia adentrar os seus ouvidos e acalmar-lhe o coração, ele ainda tentando tapar o sexo com as duas mãos olhou para a enigmática porta daquela mansão que já o havia decepcionado tantas vezes e viu Dulcelina sair por ela vestida de noiva trazendo um buquê nas mãos e sorrindo feito uma flor que acabara-se de desabrochar.

Não querendo acreditar no que via, ele ficou tão confuso que por um instante esqueceu de esconder a sua nudez e ocupou as mãos para esfregar os olhos.

E como um menino embevecido por um brinquedo qualquer permaneceu por alguns minutos passeando pelo jardim e livre de qualquer constrangimento ficou a olhar as estrelas do céu ao som da música que lentamente foi se calando até deixar todo aquele cenário mágico no mais profundo silêncio.

Dulcelina então extremamente linda e com aquela doçura imensa no falar, aproximou-se dele e perguntou:

—Almeida, você ainda não está pronto meu amor?

 

Conheça essa história completa em Romance da mulher idealista


segunda-feira, novembro 28, 2022

Reflexões Atuais

 O que você pensa sobre isso?


Pensamos porque cultivamos muitas coisas dentro de nós.Porque somos pensadores e precisamos retribuir ao universo com as respostas que ele precisa para continuar sua evolução. Somos humanos e vivemos em constantes metamorfoses, somos falíveis e por isso sempre precisamos retornar para consertar alguma coisa que lá atrás não ficou bom. 

Isso tudo porque a cada um de nós foi dado o dom e a virtude para reparar nossos erros e, se para fazer isso precisamos refletir sobre alguma coisa e se fazemos questão de lapidar algo que ainda não ficou tão bonito, é porque somos capazes de ignorar as nossas fragilidades e começar tudo de novo.

Neste livro estou falando de amor, saudade, sonhos e utopias e também de Jesus Cristo para que você quem sabe, possa se reencontrar em algum dos meus pensamentos e voltar a algum momento para colorir a vida com outras cores.

Afinal viver é isso: “Usar a imaginação e nunca deixar desbotar aquilo que um dia idealizamos.”
Aos pensadores

Que gostam de refletir sobre o amor a vida e a saudade construindo um leque de opiniões e que desafiam o medo para dizerem alguma coisa quando se permitem pular para outro lado do muro onde os pensamentos voam como as gaivotas livres,o pulo do pensador é um convite.


Nesta coletânea é oferecido a você caro leitor uma coleção de pensamentos livres sobre o amor,a saudade,lições e utopias sobre temas do nosso cotidiano e algumas definição do que seja Jesus Cristo para cada um de nós.



O pulo do pensador está ao alcance de todos aqueles que gostam de compartilhar ideias e pensamentos nas redes sociais sem nenhuma imposição do autor.



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